Publicidade

Dinheiro
08/07/2009 - 13h19

Bolsas europeias seguem piora nos índices em NY e fecham em baixa

Publicidade

da Folha Online

As Bolsas europeias fecharam em baixa nesta quarta-feira, puxada para baixo com as perdas nos papéis do setor financeiro, de petrolíferas e montadoras. A piora no humor dos investidores nos Estados Unidos acabou por afetar os negócios na Europa no fim da sessão.

A Bolsa de Londres fechou em baixa de 1,12% no índice FTSE 100, indo para 4.140,23 pontos; a Bolsa de Paris caiu 1,27% no índice CAC 40, para 3.009,71 pontos; a Bolsa de Frankfurt caiu 0,56% no índice DAX, indo para 4.572,65 pontos; a Bolsa de Madri caiu 1,75%, ficando com 973,50 pontos no índice Madrid General; e a Bolsa de Zurique caiu 0,75%, com 5.289,39 pontos no índice Swiss Market.

No setor financeiro, as maiores perdas foram as registradas nas ações dos bancos HSBC, BNP Paribas, KBC Groep e UBS. No setor petrolífero as que mais perderam foram as da BP (British Petroleum) e da Royal Dutch Shell.

Hoje a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) previu que a demanda mundial de petróleo se recuperará apenas em 2011 da contração que sofre devido à crise econômica e que alcançará, em tal ano, os mesmos níveis de 2008 e, um ano depois, se prevê o primeiro aumento líquido da demanda desde a explosão da crise.

No EUA, as Bolsas abriram com movimento positivo, mas passaram a cair. Os investidores aguardam a divulgação do balanço trimestral da Alcoa, que vai abrir a temporada de divulgações de balanços. "[O balanço da Alcoa] vai dar uma indicação sobre se estamos saindo da letargia para mais recuperação ou se vamos cair de novo", disse à agência de notícias AP (Associated Press) o diretor de investimentos da Cornerstone Wealth Management, Doug Lockwood.

A expectativa dos analistas para o balanço da Alcoa é de uma perda de US$ 0,38 por ação. No mesmo período de 2008, a empresa teve um lucro de US$ 0,66, com um lucro de US$ 7,6 bilhões.

A preocupação dos investidores sobre o ritmo da economia global voltou a pesar sobre os negócios desde a semana passada, com a divulgação de dados sobre o mercado de trabalho, nos EUA e na Europa. A economia dos Estados Unidos perdeu 467 mil postos de trabalho em junho, enquanto a taxa de desemprego chegou a 9,5%, mesma taxa vista em agosto de 1983, contra 9,4% em maio.

Já na zona do euro o desemprego ficou em 9,5% em maio, contra 9,3% em abril e 7,4% em maio do ano passado --nível mais alto desde maio de 1999. Na UE (União Europeia), a taxa de desemprego ficou em 8,9% em maio, ante 8,7% em abril e 6,8% no mesmo mês de 2008. Foi o ponto mais alto desde junho de 2005.

Entre as montadoras, as ações que mais perderam foram as da Renault e da Peugeot.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
avalie fechar
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
avalie fechar
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4446)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca