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Dinheiro
08/07/2009 - 13h47

Bolsas em NY caem com preço do petróleo e relatório do FMI

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da Folha Online

As Bolsas americanas operam em baixa, após uma abertura positiva nesta quarta-feira. A queda nos preços das commodities, em particular do petróleo, e a divulgação das revisões nas expectativas do FMI (Fundo Monetário Internacional) para a economia global afetaram o humor dos investidores.

Às 13h44 (em Brasília), a Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) estava em baixa de 0,68%, indo para 8.108,05 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 subia 1,11%, para 871,23 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em baixa de 0,93%, indo para 1.729,98 pontos.

Hoje a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) previu que a demanda mundial de petróleo se recuperará apenas em 2011 da contração que sofre devido à crise econômica e que alcançará, em tal ano, os mesmos níveis de 2008 e, um ano depois, se prevê o primeiro aumento líquido da demanda desde a explosão da crise.

Além disso, o FMI elevou a previsão de crescimento mundial para 2010, mas reduziu ainda mais a previsão de recuo do PIB (Produto Interno Bruto) global para este ano. A entidade prevê uma contração de 1,4% para o PIB global em 2009 --na leitura de abril a previsão era de queda de 0,1%. Já para 2010, aumentou em 0,6 ponto percentual, para um crescimento de 2,5%.

Na opinião do FMI, a prioridade para a retomada da economia mundial deve ser "restabelecer a saúde do setor financeiro", que dá mostras de recuperação graças, principalmente, à intervenção pública. Os governos devem continuar apoiando a economia, destacou, mas já devem pensar em como suspenderão as medidas de estímulo.

Segundo analistas, a recuperação da economia global está em curso --os investidores precisam apenas ser mais realistas quanto ao ritmo dessa recuperação. "Ao menos no primeiro ano da recuperação vamos ver um crescimento bem fraco (...) A mensagem é para ser paciente", disse à agência de notícias AP (Associated Press) o economista-chefe do CIBC World Markets, Avery Shenfeld.

Os investidores ainda aguardam a divulgação do balanço trimestral da Alcoa, que vai abrir a temporada de divulgações de balanços.

Além disso, o Fed (Federal Reserve, o BC americano) deve divulgar hoje seu relatório sobre crédito ao consumidor referente a maio; a expectativa dos analistas é de uma queda de US$ 9,5 bilhões em relação a abril.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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