Reservas de petróleo dos EUA caem na semana; preço mantém baixa
da Efe, em Washington
da Folha Online
As reservas de petróleo nos Estados Unidos caíram 2,9 milhões de barris na semana passada, para 347,3 milhões, segundo o relatório de estoques do Departamento de Energia, divulgado nesta quarta-feira. Segundo o documento, as reservas de petróleo estão dentro da média para a atual época do ano. Além disso, o volume de reservas foi 17,8% superior ao do mesmo período de 2008.
Apesar da queda das reservas americanas, o preço da commodity mantém o ritmo de declínio. Às 13h54 (em Brasília), o barril do petróleo cru para entrega em agosto, negociado na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), estava cotado a US$ 60,66, em baixa de 3,61%. Até o horário o preço máximo atingido pelo barril foi de US$ 62,68 e o mínimo, de US$ 60,28.
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As reservas americanas de gasolina subiram 1,9 milhão de barris (0,9%), aos 213,1 milhões, frente aos 211,2 milhões da semana anterior. As reservas de combustível para calefação subiram 3,7 milhões de barris (2,4%), para 158,7 milhões de barris, frente aos 155 milhões de barris da última semana.
O relatório assinalou ainda que na semana passada as refinarias petrolíferas nos Estados Unidos operaram a 86,8% de sua capacidade, em comparação com 87,1% na semana anterior.
Os dados excluem a Reserva Estratégica de Petróleo do governo americano, que conta com 723,4 milhões de barris, o mesmo volume da semana anterior.
O total de reservas de petróleo e produtos refinados nos Estados Unidos, incluindo a Reserva Estratégica, chegou na semana passada a 1,837 bilhão de barris, contra 1,832 bilhão da última semana.
Preço
O preço do petróleo vem registrando queda devido à expectativa de que a demanda recue mais, em meio aos temores de que a economia global continue em recessão por mais tempo que o previsto.
Hoje a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) divulgou seu relatório sobre consumo, no qual avaliou que a demanda mundial pela commodity se recuperará apenas em 2011 da contração que sofre devido à crise econômica e que alcançará, em tal ano, os mesmos níveis de 2008.
A organização estima que as economias dos que consomem mais petróleo, os Estados Unidos, a zona do euro e o Japão, cairão 2,8%, 4,2% e 6,4%, respectivamente, em 2009.
Os analistas da entidade petrolífera consideram que levará mais tempo do que o habitual para sair da atual crise, e que no período entre 2010 e 2020 o preço do barril de petróleo se situará entre US$ 70 e US$ 100.
A Opep voltou a ressaltar que preços excessivamente baixos não permitem investir o exigido para responder à demanda futura, o que pode ser a origem de uma nova onda de altas. "Achamos que os preços baixos do petróleo não são sustentáveis", afirmou o secretário-geral da Opep, Abdullah Salem el Badri.
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Especial


Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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