Delegação brasileira visita Cuba para impulsionar comércio
da Efe, em Havana
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, iniciou nesta quarta-feira uma visita a Cuba acompanhado de 14 empresários brasileiros de diversos setores com o objetivo de impulsionar o comércio bilateral e explorar investimentos.
Uma fonte da embaixada do Brasil em Havana disse à agência de notícias Efe que o ministro vai se encontrar hoje com o vice-presidente do Conselho de Ministros cubano, Ricardo Cabrisas, e com o ministro do Comércio Exterior e Investimento Exterior, Rodrigo Malmierca.
Miguel Jorge também vai se reunir nesta quarta-feira com os ministros da Indústria Básica, Yadira García, e da Siderurgia, Salvador Pardo, e com o presidente do Banco Central de Cuba, Ernesto Medina.
Além disso, deve participar de uma reunião informal com o ministro do Turismo cubano, Manuel Marrero, e de uma rodada de conversas de empresários dos dois países.
O programa de quinta-feira inclui reuniões com o vice-presidente e ministro de Informática e Comunicações, Ramiro Valdés; com a titular da Indústria Alimentícia, María del Carmen Concepción, e com o ministro de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, José Miyar Barruecos.
Fazem parte da delegação brasileira executivos dos setores de alimentação, construção, energia, farmácia e siderurgia.
Em 2008, o comércio bilateral chegou a US$ 642 milhões, o que faz do Brasil o sexto principal parceiro comercial de Cuba, segundo dados oficiais cubanos. De acordo com o governo federal, no primeiro trimestre de 2009 a troca bilateral chegou a US$ 131 milhões, 46,7% a menos que no mesmo período de 2008. Entre janeiro e junho deste ano, as exportações a Cuba somaram US$ 114,4 milhões, com uma queda de 51% em comparação com o primeiro semestre do ano passado.
Para o governo federal, os produtos com maior potencial de exportação a Cuba são combustíveis, derivados lácteos, carnes, tecnologia de comunicações, veículos e adubos, entre outros.
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Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
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O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
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O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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