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Dinheiro
08/07/2009 - 14h47

Delegação brasileira visita Cuba para impulsionar comércio

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da Efe, em Havana

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, iniciou nesta quarta-feira uma visita a Cuba acompanhado de 14 empresários brasileiros de diversos setores com o objetivo de impulsionar o comércio bilateral e explorar investimentos.

Uma fonte da embaixada do Brasil em Havana disse à agência de notícias Efe que o ministro vai se encontrar hoje com o vice-presidente do Conselho de Ministros cubano, Ricardo Cabrisas, e com o ministro do Comércio Exterior e Investimento Exterior, Rodrigo Malmierca.

Miguel Jorge também vai se reunir nesta quarta-feira com os ministros da Indústria Básica, Yadira García, e da Siderurgia, Salvador Pardo, e com o presidente do Banco Central de Cuba, Ernesto Medina.

Além disso, deve participar de uma reunião informal com o ministro do Turismo cubano, Manuel Marrero, e de uma rodada de conversas de empresários dos dois países.

O programa de quinta-feira inclui reuniões com o vice-presidente e ministro de Informática e Comunicações, Ramiro Valdés; com a titular da Indústria Alimentícia, María del Carmen Concepción, e com o ministro de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, José Miyar Barruecos.

Fazem parte da delegação brasileira executivos dos setores de alimentação, construção, energia, farmácia e siderurgia.

Em 2008, o comércio bilateral chegou a US$ 642 milhões, o que faz do Brasil o sexto principal parceiro comercial de Cuba, segundo dados oficiais cubanos. De acordo com o governo federal, no primeiro trimestre de 2009 a troca bilateral chegou a US$ 131 milhões, 46,7% a menos que no mesmo período de 2008. Entre janeiro e junho deste ano, as exportações a Cuba somaram US$ 114,4 milhões, com uma queda de 51% em comparação com o primeiro semestre do ano passado.

Para o governo federal, os produtos com maior potencial de exportação a Cuba são combustíveis, derivados lácteos, carnes, tecnologia de comunicações, veículos e adubos, entre outros.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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