Airbus supera Boeing em quantidade de pedidos de aviões
da Efe, em Paris
da Folha Online
A Airbus anunciou nesta quarta-feira que registrou 68 pedidos líquidos para a construção de aviões no primeiro semestre do ano, frente a uma única encomenda líquida recebida por sua concorrente Boeing no mesmo período.
O número de pedidos brutos da Airbus nos primeiros seis meses de 2009 foi de 90 aviões, enquanto a Boeing recebeu 85 encomendas brutas. No entanto, a empresa americana registrou 84 cancelamentos, frente aos 22 da companhia europeia.
Por tipos de avião, a Airbus teve 20 aeronaves A320 pedidas pela Qatar Airways e 16 aparelhos A321 pela Vietnam Airlines.
No mês passado, a Airbus declarou que sua prioridade diante da atual crise será manter o programa de entregas em um nível parecido com o do recorde conseguido no ano passado.
O presidente da empresa, Tom Enders, lembrou que têm aproximadamente 3.500 aviões para entregar, por causa da crise. Apesar de a situação econômica mundial ter afetado a empresa, o maior efeito foi somente a obrigação de ajustar moderadamente sua produção.
Já o responsável comercial da Boeing, Scott Carson, disse, também em junho, esperar que o setor da aviação, duramente afetado pela crise econômica, melhore em 2010. A Boeing reduziu sua previsão de demanda de aviões para os próximos 20 anos em 29 mil unidades --400 abaixo do que projetava um mês antes.
O fabricante americano, rival da europeia Airbus, espera entregar neste ano entre 480 e 485 aeronaves, acima dos 483 previstos pela Airbus.
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Especial



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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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