Bolsas asiáticas fecham sem direção definida
da Folha Online
As principais Bolsas asiáticas fecharam seus negócios nesta quinta-feira sem tendência definida, se movimentando conforme os dados internos. O mercado chinês avançou, enquanto o japonês apresentou queda.
A Bolsa de Xangai fechou em alta de 1,37%, com 3.123,03 pontos no índice Shanghai Composite; a Bolsa de Tóquio fechou em queda de 1,38%, com 9.291,06 pontos no índice Nikkei 225; a Bolsa de Hong Kong teve alta de 0,39% no índice Hang Seng, que ficou com 17.790,59 pontos; e a Bolsa de Seul caiu 0,01%, para 1.430,89 pontos no índice Seoul Composite.
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A Bolsa de Tóquio apresentou hoje a sétima queda seguida, com os investidores preocupados com o atual ritmo da economia, tanto a local como a mundial. Os dados de desemprego nos Estados Unidos e na Europa, que voltaram a crescer no último mês, voltaram a trazer temores sobre a recuperação da economia.
Também influenciou o pregão a cotação do yene, que apresentou hoje seu nível mais alto ante o dólar nos últimos cinco meses.
Já o mercado acionário chinês subiu principalmente pelas notícias corporativas internas, liderado pelas montadoras e pelas seguradoras. A retomada da economia do país é o principal motivo do otimismo.
As montadoras ganharam especial fôlego após o anúncio de que o setor vendeu em junho 36,5% a mais do que no mesmo mês do ano passado.



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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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