Dinheiro
09/07/2009 - 09h43

G8 e emergentes se comprometem a evitar protecionismo e concluir Rodada Doha

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da France Presse, em Áquila (Itália)

O G8 e os principais países emergentes concordaram nesta quinta-feira na Itália em resistir ao protecionismo como solução para a crise econômica mundial, segundo um rascunho da declaração final.

"Cooperaremos para garantir que a economia mundial retome o crescimento, seguindo um caminho equilibrado, equitativo e sustentável em benefício de todos, especialmente os mais vulneráveis", afirma o rascunho, após as conversações entre o grupo das oito economias mais industrializadas do planeta e o G5, que reúne os principais países emergentes (China, Brasil, Índia, México e África do Sul), além do Egito.

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"Resistiremos ao protecionismo e promoveremos mercados abertos para o comércio e os investimentos", completa o projeto de declaração, do qual a agência de notícias France Presse obteve uma cópia.

O texto também afirma a intenção do G8 e dos países emergentes de concluir a Rodada Doha de liberalização do comércio mundial até 2010.

O rascunho destaca que os países envolvidos "se comprometem a buscar uma conclusão ambiciosa e equilibrada para a Rodada Doha em 2010, coerente com sua missão e a partir dos avanços já alcançados".

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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