Varejo dos EUA apresenta queda nas vendas de junho
da Folha Online
As principais redes varejistas dos Estados Unidos apresentaram quedas nas vendas no mês de junho, puxados principalmente pela queda na confiança dos consumidores e pelo tempo ruim no país --que derrubou as vendas nas lojas de vestuário, preparadas para as vendas de verão.
A longa recessão, aliada ao aumento no número de desempregados no país, vem fazendo os consumidores retraírem suas compras. Aqueles que ainda consomem ampliaram suas buscas por descontos e produtos mais baratos, além de evitarem itens não-prioritários.
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Essa tática do consumidor americano atinge principalmente as lojas de departamentos e lojas de roupas, e beneficiam lojas com táticas mais agressivas de descontos.
Devido à aversão por itens supérfluos, as lojas de acessórios também estão com vendas em forte queda. As vendas da Limited Brands, por exemplo, recuaram 12% no mês.
Além da mudança de prática dos consumidores, o clima também não ajudou. No comércio americano, o mês de junho é tradicionalmente o momento que os consumidores se preparam para o verão --aumentando as vendas de roupas leves e equipamentos de churrasco, por exemplo. Porém, o tempo chuvoso em grandes cidades, como ocorreu em Nova York, Chicago e Boston, atrapalhou o andamento das vendas desses produtos.
Uma das lojas com piores resultados no mês foi a Costco, maior rede de "atacarejo" dos EUA. Suas vendas no conceito mesmas lojas (onde só é contado o desempenho de lojas com ao menos um ano de funcionamento) recuou 6% ante o mesmo mês do ano passado. Apesar da queda, o resultado veio dentro do esperado pelo mercado.
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Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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O que me preocupa é q nesta aventura serao gastos 2/3 do Pib; talvez em algo inútil - em minha opiniao a dependencia do petroleo tende a diminuir com o avança cientifico de outras formas. Mas encherá os bolsos da tchurma como NUNCA ANTEZ NA HIZTÓRIA.
goebbels se revira no tumulo. a turma da propaganda do governo é mais eficiente. Bom, o povo sendo mais inculto facilita.
Diga-ma qual o erro deportugues mais forte que vistes...eu vi um tal de eduardo Souza num forum escrever falço. Voce viu algo pior?
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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