EUA perdem espaço na lista das 500 maiores empresas do mundo
da France Presse, em Washington
com Folha Online
Atualizado às 13h04.
O número de empresas americanas na lista anual das 500 maiores companhias do mundo, elaborada pela revista "Fortune", é o mais baixo já visto, enquanto que as chineses têm uma presença sem precedentes. O ranking foi divulgado nesta quinta-feira.
Apesar de os Estados Unidos conservarem quatro dos dez primeiros lugares, contra cinco no ano passado, o número de empresas presentes na lista caiu de 153 a 140, nível mais baixo desde 1995, data em que a revista começou a publicar a relação.
O Japão aparece em segundo no que diz respeito a número de empresas, com 68 companhias, enquanto França e Alemanha tem 40 e 39, respectivamente. No total, 37 empresas chinesas estão presentes na classificação. Delas, nove entraram pela primeira vez. Em seguida vêm a britânica petrolífera BP, a americana Chevron, a francesa Total e a americana ConocoPhillips.
Sinal revelador dos efeitos da crise financeira sobre sua economia, os Estados Unidos perderam pela primeira vez a liderança da lista: o gigante do petróleo anglo-holandês Royal Dutch Shell conseguiu ficar em primeiro, à frente de seu concorrente americano Exxon Mobil.
A Royal Dutch Shell faturou US$ 15,5 bilhões a mais que a Exxon Mobil. O grupo de distribuição americano Wal-Mart, que um ano antes ficou em primeiro lugar, se encontra relegado à terceira posição.
Bancos e seguradoras
Além disso, grupos americanos afetados pela queda dos mercados financeiros como a seguradora AIG, o banco Lehman Brothers ou o banco de hipotecas Freddie Mac desapareceram da classificação, enquanto que a montadora em concordata General Motors registrou uma das piores quedas da relação.
A China, cujas empresas são cada vez mais poderosas, aparece pela primeira vez na lista das dez primeiras, com o grupo petroleiro Sinopec em nono lugar.
A classificação da "Fortune" baseia-se apenas nas receitas, enquanto outros rankings utilizam os lucros ou outros fatores.
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Os verdadeiros Governos democráticos, deveriam ignorar os conselhos desse FMI, pois é um organismo que defende um Governo para as Instituições e não um Governo para o POVO.
Está sempre aconselhando governos a injetar dinheiro público em instituições privadas e em Sistema Financeiros, bancos e empresas particulares, a pretexto de recuperar a Economia. Mas, na realidade esse dinheiro vai se transformar em lucros privados, jatinhos, iates, limusines, viajens de turismo, ou colar de diamantes no pescoço de prostituta elegante ou no pescoço de amantes de algum políticos ou empresários, sem retorno nenhum social para quem paga os impostos.
O FMI, só visa privatizar os lucros e socializar os prejuízos.
O Dinheiro do Povo, tem que ser injetado é no POVO.
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