Dinheiro
09/07/2009 - 12h40

EUA perdem espaço na lista das 500 maiores empresas do mundo

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da France Presse, em Washington
com Folha Online

Atualizado às 13h04.

O número de empresas americanas na lista anual das 500 maiores companhias do mundo, elaborada pela revista "Fortune", é o mais baixo já visto, enquanto que as chineses têm uma presença sem precedentes. O ranking foi divulgado nesta quinta-feira.

Apesar de os Estados Unidos conservarem quatro dos dez primeiros lugares, contra cinco no ano passado, o número de empresas presentes na lista caiu de 153 a 140, nível mais baixo desde 1995, data em que a revista começou a publicar a relação.

O Japão aparece em segundo no que diz respeito a número de empresas, com 68 companhias, enquanto França e Alemanha tem 40 e 39, respectivamente. No total, 37 empresas chinesas estão presentes na classificação. Delas, nove entraram pela primeira vez. Em seguida vêm a britânica petrolífera BP, a americana Chevron, a francesa Total e a americana ConocoPhillips.

Sinal revelador dos efeitos da crise financeira sobre sua economia, os Estados Unidos perderam pela primeira vez a liderança da lista: o gigante do petróleo anglo-holandês Royal Dutch Shell conseguiu ficar em primeiro, à frente de seu concorrente americano Exxon Mobil.

A Royal Dutch Shell faturou US$ 15,5 bilhões a mais que a Exxon Mobil. O grupo de distribuição americano Wal-Mart, que um ano antes ficou em primeiro lugar, se encontra relegado à terceira posição.

Bancos e seguradoras

Além disso, grupos americanos afetados pela queda dos mercados financeiros como a seguradora AIG, o banco Lehman Brothers ou o banco de hipotecas Freddie Mac desapareceram da classificação, enquanto que a montadora em concordata General Motors registrou uma das piores quedas da relação.

A China, cujas empresas são cada vez mais poderosas, aparece pela primeira vez na lista das dez primeiras, com o grupo petroleiro Sinopec em nono lugar.

A classificação da "Fortune" baseia-se apenas nas receitas, enquanto outros rankings utilizam os lucros ou outros fatores.

Comentários dos leitores
Carlos José dos Santos (494) 20/11/2009 21h16
Carlos José dos Santos (494) 20/11/2009 21h16
"FMI vê recuperação lenta e diz ser cedo para tirar estímulos à economia"
Os verdadeiros Governos democráticos, deveriam ignorar os conselhos desse FMI, pois é um organismo que defende um Governo para as Instituições e não um Governo para o POVO.
Está sempre aconselhando governos a injetar dinheiro público em instituições privadas e em Sistema Financeiros, bancos e empresas particulares, a pretexto de recuperar a Economia. Mas, na realidade esse dinheiro vai se transformar em lucros privados, jatinhos, iates, limusines, viajens de turismo, ou colar de diamantes no pescoço de prostituta elegante ou no pescoço de amantes de algum políticos ou empresários, sem retorno nenhum social para quem paga os impostos.
O FMI, só visa privatizar os lucros e socializar os prejuízos.
O Dinheiro do Povo, tem que ser injetado é no POVO.
sem opinião
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Como não há perspectiva de fim das guerras impossíveis de vitória que os EUA enfrentam, também não há possibilidade de diminuição dos catástróficos déficits do país. Sua economia continuará a encolher, aumentará o desemprego e o mundo todo ficará na expectativa de uma recessão geral. Desde 1950, na Coreia, os EUA não vencem uma guerra e preferem pagar o elevadíssimo custo deficitário e de vidas inutilmente jogadas fora a perceber que não são os imperadores do mundo. Se Obama tentar alterar esta visão destorcida, pagará o que Kennedy pagou. Todos querem convencer o Irã a desistir da bomba. Quem se atreverá a convencer os EUA a desistir desta bomba um milhão de vezes mais destrutiva, que tornará seu país irrelevante no mundo a um custo gigantesco para todos nós? sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (52) 20/11/2009 16h42
Olmir Antonio de Oliveira (52) 20/11/2009 16h42
A respeito do setor automotivo, dado o conhecimento e sistemas produtivo e ou e razão da crise que se abateu em alguns paises e ou regiões, é certo que com atuais conhecimentos e técnicas é possivel se transferir uma unidade industrial entre regiões ou continente, e com pequenas mudanças tornar mais modernas e produtivas, em questão de alguns meses, uma reengenharia, produtiva e ou de localização. Mas certo é que seriam poucos os empregos que poderiam ser mantidos no ambiente de origem, apesar dos meios de comunicação apresentarem boa evolução..... e ou para o caso de pornecedores bom percentual poderiam serem considerados.,..... sem opinião
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