Dinheiro
09/07/2009 - 15h21

Bolsas americanas sobem com Alcoa e menor demanda por seguro-desemprego

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da Folha Online

Investidores nos EUA se animaram com as últimas notícias sobre o mercado de trabalho local, levando as Bolsas de Valores a operarem em alta nesta quinta-feira. Também houve "comemoração" pelo balanço do fabricante de alumínio Alcoa, o primeiro a abrir a temida temporada de divulgação dos resultados do segundo trimestre. Embora a empresa tenha mostrado o terceiro trimestre consecutivo de prejuízo, o "desastre" ficou abaixo das expectativas de boa parte do mercado.

A Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) sobe 0,43%, indo para 8.228,67 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o S&P 500 ganha 0,84%, para 887,24 pontos. A Bolsa Nasdaq também valoriza 0,86%, indo para 1.762,82 pontos.

O produtor de alumínio americano Alcoa informou ontem que teve um prejuízo líquido de US$ 454 milhões no segundo trimestre do ano, ante um ganho de US$ 546 milhões em idêntico período de 2008. Trata-se de uma perda de US$ 0,32 por ação. Excluídos fatores extraordinários, o prejuízo por ação cai para US$ 0,26. O setor financeiro esperava um número muito pior: US$ 038.

Os resultados da Alcoa abrem a temporada de divulgações de balanços das empresas, o que já provoca tensão nos mercados internacionais desde ontem, pelo menos.

Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento de Trabalho dos EUA informou que os pedidos iniciais de seguro-desemprego atingiram 565 mil solicitações na semana passada, o nível mais baixo desde o início de janeiro. Analistas previam uma cifra em torno dos 605 mil pedidos.

O Departamento de Comércio revelou os estoques do setor atacadista caíram em maio pelo nono mês consecutivo, o que mostra o grau de desaquecimento da economia americana: sem demanda, as indústrias são forçadas a desovar seus estoques e estancar a produção.

E as principais redes varejistas dos Estados Unidos apresentaram quedas nas vendas no mês de junho, puxados principalmente pela queda na confiança dos consumidores e pelo tempo ruim no país --que derrubou as vendas nas lojas de vestuário, preparadas para as vendas de verão.

Comentários dos leitores
Marco Hundsdorfer (32) 24/11/2009 19h06
Marco Hundsdorfer (32) 24/11/2009 19h06
Aos moderadores da folha.
Porque minhas mensagens são bloqueadas?
Não utilizei nenhum termo de baixao escalão e minha ultima mensagem tem grande importância.
Não entendo.
Todo mundo "bate boca" e eu não posso postar um comentário sobde o INSS...
O que esta havendo?
sem opinião
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Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Gostaria de mudar um pouco o "foco" desta conversa para uma realidade que nos diz mais respeito.
O Foco é o INSS. O Assunto: Aposentadorias e Auxílio Doença.
Assisti ha alguns dias um debate sobre o fim do "fator previdenciário" que tramita no congresso. Como sempre argumentos politiqueiros contra e a favor, pois "no ponto chave" ninguém põe o dedo (Aposentadoria dos funcionários públicos).
O que me deixa desconsertado é que, onde vivo, (Ponta Grossa - Paraná), o INSS esta negando praticamente a todo mundo o auxílio doença (Até gente com mãos amputadas ou com câncer!). O INSS esta tirando a aposentadoria de pessoas idosas já aposentadas há anos!
Eu meu caso em particular, minha esposa sofre de uma doença reconhecida internacionalmente que se chama FIBROMIALGIA. A doença é reconhecida pela Sociedade Americana de Reumatologia e possui 5 níveis. Infelizmente minha esposa esta no 5º nível. Esta doença é tratável, porem ,no caso de minha esposa, com derivados sintéticos de morfina (Metadona).
O INSS dá a "entender" que a doença não existe, mesmo a mesma possuindo SID.
A pergunta é: É assim que o governo pretende economizar e fazer caixa? Em cima de quem vai receber pouco mais de 1 salário mínio para comprar remédios? Ou retirando aposentadorias de maneira ilegal?
Fica a pergunta para o governo.
Para os moderadores da folha: Por favor este é um assunto importante. As pessoas precisam saber que o que o INSS esta fazendo é ilegal e imoral.
sem opinião
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Guilherme Lemmi (226) 23/11/2009 14h48
Guilherme Lemmi (226) 23/11/2009 14h48
Sobre a reportagem "Livre mercado é melhor modelo econômico apesar da crise, dizem bilionários", interessante, a Folha deveria perguntar para o 1 bilhao de pessoas que passam fome no mundo, se eles concordam com essa opinião.
Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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