Bolsa do Japão fecha em queda pelo oitavo dia seguido
da Folha Online
As Bolsas da Ásia voltaram a registrar quedas nesta sexta-feira, levando o mercado japonês à sua oitava queda consecutiva, devido à preocupação dos investidores com os resultados das companhias globais no segundo trimestre.
A Bolsa de Tóquio fechou em baixa de 0,04%, indo para 9.287,28 pontos no índice Nikkei 225; a Bolsa de Hong Kong teve queda de 0,46% no índice Hang Seng, que ficou com 17.708,42 pontos; a Bolsa de Seul caiu 0,16%, para 1.428,62 pontos no índice Seoul Composite; a Bolsa de Xangai fechou em queda de 0,29%, com 3.113,93 pontos no índice Shanghai Composite. A exceção foi a Bolsa de Sydney (Austrália), que teve alta de 0,78%, indo para 3.790,60 pontos no índice ASX.
No Japão, o mercado fechou no negativo puxado pela queda de 6,6% no índice de preços ao produtor em junho, na comparação com o mesmo período de 2008. A queda é a maior desde 1960, quando o Banco do Japão (o banco central do país) começou a compilar os dados, informa a instituição nesta sexta-feira.
A queda registrada em junho seguiu ao recuo de 5,4% de maio e de 3,8% de abril, e é a maior que a prevista por analistas ouvidos pela agência de notícias Kyodo --que esperavam uma queda de 6,3 %. Para o banco, o recuo se deve à queda do preço do petróleo, que arrastou também o valor dos materiais siderúrgicos, e à frágil demanda dos fabricantes japoneses.
Com a instabilidade dos mercados na região, muitos investidores olham para o mercado americano em busca de uma direção.
O pregão operou com instabilidade durante a maior parte do dia, uma vez que os investidores permaneceram cautelosos com a divulgação dos balanços corporativos. A Alcoa abriu a temporada ontem, com um prejuízo de US$ 454 milhões, menor que o esperado no segundo trimestre.
"Os investidores ainda estão mais no modo de espera", afirmou Kurt Brunner, gerente de portfólio na Swarthmore Group, em Filadélfia, em entrevista à agência de notícias Reuters. "Eu acho que nós estamos numa fase nervosa, de volatilidade, porque eu não sei se nós vamos ter uma boa temporada de balanços."
Apesar da forte volatilidade das Bolsas americanas, o fechamento de quinta-feira foi no azul: o indicador Dow Jones, referência da Bolsa de Nova York, subiu 0,06%, para 8.183 pontos; o termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 0,31%, para 1.752 pontos; o índice Standard &Poor's 500 teve valorização de 0,35%, para 882 pontos.
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Obrigado pela informação. Estamos tentando agora na Justiça, porque o INSS local diz que a doença não existe (O responsável local). Falo sério.
Para quem esta dando alta para quem tem cancer ou mãos amputadas...
Agradeço, e muito, sua colaboração, assim como agradeço à Folha de São Paulo por permitir retratar este descaso, não só comigo, mas com todos aqueles que necessitam de auxilio doença em Ponta Grossa - Paraná.
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Prezado colega Sr. Marco Hundsdorfer (32) 23/11/2009 19h18
Li seu comentário e achei lamentável que isso esteja acontecendo porque fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à forma de sensibilidade de uma pessoa frente a um estímulo doloroso, envolvendo músculos, tendões e ligamentos. É bastante provável que o Sr tenha conhecimento, mas enfim, não custa nada passar esse tipo de informação, até porque, talvez seja preciso juntar uma série de informações adicionais, inclusive da Sociedade Brasileira de Reumatologia, para que o caso seja devidamente enquadrado. Mesmo tendo sido reconhecida nos USA, os profissionais da área de saúde continuavam usando a classificação do Código Internacional de Doenças (CID 10) aplicando o código M.79.0 - "Outros transtornos dos tecidos moles, não classificados em outra parte" (que por não ser específico incluía a Fibromialgia), código este fornecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Ocorre que atualmente ele não é mais utilizado e, portanto, não tem mais validade para atestar a Fibromialgia porque esta Síndrome ganhou um código CID próprio, fornecido pela própria OMS, que é o código M.79.7, passando assim a ser uma patologia totalmente reconhecida. De modo que este é C.I.D válido e deve ser usado pelos profissionais da área de saúde.
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