Dinheiro
10/07/2009 - 09h51

G8 eleva para US$ 20 bilhões seu plano de segurança alimentar

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da France Presse, em Áquila (Itália)

O plano de luta contra a fome elaborado pelo G8 --grupo das sete maiores economias do mundo e a Rússia-- e outros países desenvolvidos será de US$ 20 bilhões, ou US$ 5 bilhões a mais que o anunciado antes, informou nesta sexta-feira o chefe de governo italiano, Silvio Berlusconi.

"Nós tivemos a satisfação de sermos capazes de aumentar de US$ 15 para US$ 20 bilhões em três anos", afirmou Berlsuconi, o anfitrião da reunião de cúpula na cidade de Áquila.

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Os líderes do G8 afirmam em um comunicado que o dinheiro será usado na concessão de crédito e tecnologia. A meta é garantir o abastecimento de alimentos no mundo, segundo uma declaração conjunta.

"Celebramos os compromissos adotados pelos países representados em Áquila, de mobilizar pelo menos US$ 20 bilhões em três anos para assegurar o desenvolvimento duradouro da agricultura, ao mesmo tempo que mantêm a determinação de fornecer uma ajuda alimentar de urgência adequada", afirmam os líderes do G8, as potências emergentes e os países africanos presentes na cúpula.

"Continuamos profundamente preocupados com a segurança alimentar mundial, o impacto da crise financeira e econômica e o aumento dos preços dos alimentos ano passado, que afeta os países menos capazes de enfrentar o agravamento da fome e da pobreza", completa a nota dos governantes na "Iniciativa de Áquila sobre a segurança alimentar".

"Apesar da redução dos preços dos alimentos básico em comparação aos níveis recordes de 2008, continuam em níveis historicamente elevados e instáveis", completa a declaração.

Comentários dos leitores
Sebastião Vicentim (45) 16/11/2009 16h18
Sebastião Vicentim (45) 16/11/2009 16h18
Muito alarido, pelo diretor da FAO. ele está fazendo o seu papel. Agora... previsão para 2050 (daqui 40 anos). Será que esse diretor ou os especialistas se lembram do que seria necessário fazer, em 1968 em relação à fome no mundo? Em 40 anos, quais países ainda serão emergentes? É realmente problema de vontade política e de se ensinar e dar condições de "pescar" e não de dar o peixe já frito a esse segmento faminto da sociedade. Soluções estão à mostra a todo momento e para todo mundo. Uma delas é a transferência de tecnologia. Com tanta boa vontade que notamos em nossos líderes mundiais, não seria difícil um consórcio onde se ensinaria e proveria de boa infra-estrutura, de forma eficiente e eficaz, o cultivo, a produção, consumo de alimentos, erradicando a fome no mundo. Medidas nesses moldes não são para 2040, 2050 e sim pra já. A FAO deveria atuar em idéias semelhantes, em reunir nações realmente empenhadas em ajudar o povo faminto desse planeta e não em fazer considerações do que esse ou aquele País deve fazer. sem opinião
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O Pacificador (135) 16/11/2009 13h40
O Pacificador (135) 16/11/2009 13h40
"Países emergentes precisam dobrar produção de alimentos até 2050..."
Aqui no Brasil, podem esquecer.
Sem chance...
Ao menos se continuarem os atos de organizações tipo MST, que invadem, destroem e queimam lavouras, com nossas autoridades assistindo á tudo, imersas no mais profundo e nojento silêncio constrangedor, não vai ter produção suficiente não.
Estamos deixando de ser uma nação do agronegócio, e nos tornando uma republiqueta especializada no "agroterror"...
4 opiniões
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Cleverson Castilho Menon (5) 16/11/2009 12h16
Cleverson Castilho Menon (5) 16/11/2009 12h16
Os paises ricos são uma piada mesmo. Enquanto eles destroem a Terra, querem que os paises emergentes alimentem aqueles que os ricos destroem. Devem os emergentes ajudar os pobres sim... mas os ricos deveriam e vão morrer de fome um dia. sem opinião
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