Dinheiro
10/07/2009 - 11h15

Bolsas de NY abrem "de lado", à espera de dados sobre confiança

Publicidade

da Folha Online

As Bolsas americanas abriram nesta sexta-feira sem uma tendência definida, com os investidores à espera da divulgação do índice de confiança do consumidor local.

A Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) cai 0,27%, indo para 8.160,88 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o ampliado S&P 500 perde 0,38%, para 879,30 pontos. A Bolsa tecnológica Nasdaq valoriza 0,05% no indicador Nasdaq Composite, indo para 1.753,35 pontos.

Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil

Enquanto a Universidade de Michigan não divulga o índice de confiança do consumidor americano, os investidores repercutem o resultado da balança comercial americana e o anúncio por parte da montadora GM (General Motors) de que saiu da proteção oferecida pelo capítulo 11 da Lei de Falências local --o equivalente à concordata, ou à recuperação judicial no Brasil.

O déficit comercial dos EUA caiu 9,8% em maio na comparação com abril e atingiu a casa dos US$ 26 bilhões, o menor saldo negativo desde 1999. Economistas do setor financeiro estimavam que a balança comercial americana teria um déficit na casa dos US$ 30 bilhões em maio.

A GM, por sua vez, sai da concordata 40 dias depois da entrada. Durante a divulgação da novidade, o executivo-chefe da montadora, Fritz Henderson, agradeceu pela "segunda chance" e anunciou uma reestruturação que inclui, entre outros, o corte de 27 mil funcionários e uma nova estratégia de negócios focada na interação com o consumidor final.

Comentários dos leitores
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Guilherme Lemmi (225) 23/11/2009 14h48
Sobre a reportagem "Livre mercado é melhor modelo econômico apesar da crise, dizem bilionários", interessante, a Folha deveria perguntar para o 1 bilhao de pessoas que passam fome no mundo, se eles concordam com essa opinião.
Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
sem opinião
avalie fechar
JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
JOSE MOTTA (48) 23/11/2009 13h53
ISSO É PRIMEIRO MUNDO. POVO POLITIZADO,MAS PERIMERISSIMO MUINDO SÃO ALGUS PAISES EUROPEUS E CANADÁ. ESTAMOS LONGE DE CHEGAR LÁ. sem opinião
avalie fechar
Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Eduardo Giorgini (419) 23/11/2009 10h16
Bom dia!
Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
13 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4302)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca