Bolsas de NY abrem "de lado", à espera de dados sobre confiança
da Folha Online
As Bolsas americanas abriram nesta sexta-feira sem uma tendência definida, com os investidores à espera da divulgação do índice de confiança do consumidor local.
A Nyse (Bolsa de Valores de Nova York, na sigla em inglês) cai 0,27%, indo para 8.160,88 pontos no índice Dow Jones Industrial Average, enquanto o ampliado S&P 500 perde 0,38%, para 879,30 pontos. A Bolsa tecnológica Nasdaq valoriza 0,05% no indicador Nasdaq Composite, indo para 1.753,35 pontos.
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Enquanto a Universidade de Michigan não divulga o índice de confiança do consumidor americano, os investidores repercutem o resultado da balança comercial americana e o anúncio por parte da montadora GM (General Motors) de que saiu da proteção oferecida pelo capítulo 11 da Lei de Falências local --o equivalente à concordata, ou à recuperação judicial no Brasil.
O déficit comercial dos EUA caiu 9,8% em maio na comparação com abril e atingiu a casa dos US$ 26 bilhões, o menor saldo negativo desde 1999. Economistas do setor financeiro estimavam que a balança comercial americana teria um déficit na casa dos US$ 30 bilhões em maio.
A GM, por sua vez, sai da concordata 40 dias depois da entrada. Durante a divulgação da novidade, o executivo-chefe da montadora, Fritz Henderson, agradeceu pela "segunda chance" e anunciou uma reestruturação que inclui, entre outros, o corte de 27 mil funcionários e uma nova estratégia de negócios focada na interação com o consumidor final.
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Ah, esqueci, essas pessoas só passam fome porque nao tiveram a 'tenacidade' para vencer na vida....
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Bem, essa forma de analise discordo. O que Obama fez em relação à crise foi a única opção e não devido a possíveis competências.
Isso acontece no Brasil tambem. Dizem que foi Lula que salvou o Brasil da crise, mas o que ele fez foi nada além de manter a inércia da política brasileira e com um pouco de sorte, deu certo de a crise não pegar tão forte.
Só que ao contrário do Brasil, o eleitorado Norte Americano exige mais, ainda mais depois do desastre de Bush.
Um presidente so quebra um país de for um ditador, caso contrário, setores da sociedade ajudam na tomada de decisões e o setor privado segura as pontas (que é o que acontece nos Estados Unidos e tambem no Brasil)
Inclusive hoje, um presidente não "pesa" tanto na condução de uma boa política de governo.
[]s
Eduardo.
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