Dinheiro
10/07/2009 - 13h49

Plano econômico dos EUA terá efeito máximo no 2º semestre, diz Geithner

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da France Presse, em Washington

O plano de reativação orçamentária nos Estados Unidos segue o curso previsto e seu máximo efeito será sentido no segundo semestre, declarou nesta sexta-feira o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, em uma audiência ante o Congresso.

"O plano de reativação segue o curso previsto", enfatizou Geithner, destacando também que as medidas terão seu efeito máximo sobre a economia no segundo semestre.

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Durante a semana, um alto funcionário da Casa Branca desmentiu que a administração americana esteja considerando a elaboração de um segundo plano de recuperação econômica, ao contrário as especulações que tomaram conta dos mercados nos últimos dias.

"Ninguém no governo está falando de um segundo plano de recuperação neste momento", afirmou Rob Nabors, vice-diretor do comitê de orçamento em uma audiência na Câmara de Representantes.

"Estamos focados neste momento em implementar o plano que o Congresso já aprovou, e fazer o melhor que podemos com os dólares que vocês nos confiaram. Esse é o nosso foco neste momento", enfatizou.

Estas declarações aconteceram um dia depois que uma alta conselheira econômica de Barack Obama, Laura Tyson, comentou, em Cingapura, que os Estados Unidos talvez precisassem de um segundo pacote de estímulo voltado para projetos de infraestruturas para colocar a economia firmemente no caminho da recuperação.

Um dos líderes democratas mais ligados ao presidente Obama também disse na terça-feira que os legisladores deveriam estar abertos a um segundo pacote de estímulos para combater a recessão e criar empregos nos Estados Unidos.

"Acredito que devemos estar abertos à possibilidade de novas iniciativas", disse o líder da maioria democrata na Câmara dos Representantes, Steny Hoyer, destacando que ainda é cedo para se avaliar os resultados do plano de estímulo de US$ 787 bilhões aprovado em fevereiro.

Alguns democratas indicaram que talvez seja necessário apoiar um segundo plano de estímulo econômico, o que gerou uma furiosa reação dos republicanos, que afirmam que o primeiro pacote fracassou na geração de empregos e na recuperação da economia americana.

"Certamente acredito que é muito cedo para dizer que [o pacote anterior] não está funcionando. De fato, acreditamos que está funcionando", reagiu Hoyer, representante pela Virgínia.

Os rumores sobre um novo pacote derrubaram Wall Street na terça e perturbaram de um modo geral os mercados.

"O que preocupa os investidores é que um novo pacote de reativação aumentaria o déficit federal, já elevado, e levaria a uma alta nas taxas de juros, o que seria um problema para a economia", explicou Hugh Johnson, da Johnson Illington Advisors.

Comentários dos leitores
Domingos Aparecido (134) 21/11/2009 09h56
Domingos Aparecido (134) 21/11/2009 09h56
RESPOSTA AO SR. CARLOS JOSÉ DOS SANTOS.
Prezado Companheiro virtual, vou fazer uma confissão: Sou Corinthiano há 60 anos, fico alegre quando o Ronaldo faz um gol, mais senti uma alegria maior ainda ao ler o seu comentário sobre esse famigerado FMI. Só acho que faltou você acrescentar em seu comentário que, hoje o Brasil tem mais de 20 milhões de pessoas (segundo o Reporter Record) morando em "CORTIÇOS" e nunca se viu na história deste país, a quantidade tão grande de vendas de carros de luxo, mansões, iates, etc. como estamos tendo agora.
Está escrito: 1Jo 2:15 - Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.
Maranata.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (494) 20/11/2009 21h16
Carlos José dos Santos (494) 20/11/2009 21h16
"FMI vê recuperação lenta e diz ser cedo para tirar estímulos à economia"
Os verdadeiros Governos democráticos, deveriam ignorar os conselhos desse FMI, pois é um organismo que defende um Governo para as Instituições e não um Governo para o POVO.
Está sempre aconselhando governos a injetar dinheiro público em instituições privadas e em Sistema Financeiros, bancos e empresas particulares, a pretexto de recuperar a Economia. Mas, na realidade esse dinheiro vai se transformar em lucros privados, jatinhos, iates, limusines, viajens de turismo, ou colar de diamantes no pescoço de prostituta elegante ou no pescoço de amantes de algum políticos ou empresários, sem retorno nenhum social para quem paga os impostos.
O FMI, só visa privatizar os lucros e socializar os prejuízos.
O Dinheiro do Povo, tem que ser injetado é no POVO.
6 opiniões
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Como não há perspectiva de fim das guerras impossíveis de vitória que os EUA enfrentam, também não há possibilidade de diminuição dos catástróficos déficits do país. Sua economia continuará a encolher, aumentará o desemprego e o mundo todo ficará na expectativa de uma recessão geral. Desde 1950, na Coreia, os EUA não vencem uma guerra e preferem pagar o elevadíssimo custo deficitário e de vidas inutilmente jogadas fora a perceber que não são os imperadores do mundo. Se Obama tentar alterar esta visão destorcida, pagará o que Kennedy pagou. Todos querem convencer o Irã a desistir da bomba. Quem se atreverá a convencer os EUA a desistir desta bomba um milhão de vezes mais destrutiva, que tornará seu país irrelevante no mundo a um custo gigantesco para todos nós? 2 opiniões
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