Dinheiro
15/07/2009 - 11h17

Bovespa sobe 3,10% e volta aos 50 mil pontos; dólar marca R$ 1,94

Publicidade

da Folha Online

Investidores voltam às compras na sessão desta quarta-feira da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), animados com alguns indicadores um pouco mais positivos da economia americana. Os balanços corporativos já divulgados também contribuíram para melhorar o humor do mercado. Nesse ambiente, o índice Ibovespa reage e volta ao patamar dos 50 mil pontos. A taxa de câmbio doméstica bate R$ 1,94.

O termômetro da Bolsa, o índice Ibovespa, valoriza 3,10% e alcança os 50.386 pontos. O giro financeiro é de R$ 1,35 bilhão. Nos EUA, a Bolsa de Nova York avança 1,77%.

O dólar comercial é vendido por R$ 1,948, o que significa um declínio de 1,06% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 270 pontos, número 3,22% abaixo da pontuação anterior.

Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento do Trabalho dos EUA revelou que a inflação ao consumidor teve variação de 0,7% em junho, acima da maioria das projeções do mercado (0,6%). O núcleo do indicador --que exclui os preços de alimentos e energia- registrou alta de 0,2%, contra uma alta de 0,1% em maio.

O Federal Reserve (banco central americano) informou que a produção industrial do país teve queda de 0,4% em junho, menor que a de 1,2% registrada em maio. Economistas do setor financeiro esperavam retração de 0,6% no mês. No segundo trimestre como um todo, por sua vez, a produção teve queda de 11,2%, menor que a de 19,2% no primeiro trimestre.

Na Europa, o órgão Eurostat registrou a primeira deflação para os países da zona do euro de 0,1% em junho. E as vendas de carros novos cresceram no continente pela primeira vez em 14 meses.

Ainda hoje, o Departamento de Energia informa o nível das reservas de petróleo e derivados nos EUA, pouco depois, o Fed revela a ata do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês, equivalente ao Copom no Brasil), com uma avaliação mais elaborada sobre a economia dos EUA. A divulgação do PIB chinês está prevista para o final da noite de hoje.

Não há resultados corporativos de destaque previstos para hoje. Ontem, o mercado comemorou os números divulgados por Goldman Sachs, Johnson e Johnson e as boas expectativas da Intel para o terceiro trimestre.

Comentários dos leitores
Manoel Ferreira Jr (21) 30/11/2009 15h29
Manoel Ferreira Jr (21) 30/11/2009 15h29
É verdade, Henrique Silva. O Brasil melhorou consideravelmente seu status internacional, alguns de seus históricos sociais. Parabéns ao Governo Lula! O problema é fechar os olhos para os equívocos... Tem uma turminha aí que não larga o osso seja qual for o governo, seja qual for sua matiz. A democracia e o amadurecimento de suas instituções não podem prescindir da crítica.
Que o próximo, seja qual for, seja melhor ainda!!!!
sem opinião
avalie fechar
Henrique Silva (192) 29/11/2009 15h51
Henrique Silva (192) 29/11/2009 15h51
O grande problema de muitos brasileiros é ter o COMPLEXO DE VIRA-LATA. Estas pessoas complexadas não aceitam o fato de que o Brasil é hoje a nona potência econômica mundial e que em dez anos seremos a quinta, segundo previsões econômicas nacionais e internacionais. Não aceitam que o Brasil é um país democrático, que estamos crescendo de forma sustentável, que estamos variando nossa matriz energética, que o atual governo é melhor que o anterior, que internacionalmente estamos infinitamente mais respeitados que há 7 anos, que o IDH está aumentando, que a desigualdade social caiu, que o poder de compra melhorou, que a dívida pública caiu, que o desemprego caiu, que os salários estão sendo reajustados acima da inflação, que 32 milhões de pessoas saíram da pobreza.
RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
2 opiniões
avalie fechar
Henrique Silva (192) 28/11/2009 00h46
Henrique Silva (192) 28/11/2009 00h46
FHC: foi um diplomata pacífico, mas fazia viagens internacionais para fazer visitas oficiais sem aumento de laços econômicos nem melhorou a imagem do país
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
4 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (849)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca