Bovespa sobe 3,10% e volta aos 50 mil pontos; dólar marca R$ 1,94
da Folha Online
Investidores voltam às compras na sessão desta quarta-feira da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), animados com alguns indicadores um pouco mais positivos da economia americana. Os balanços corporativos já divulgados também contribuíram para melhorar o humor do mercado. Nesse ambiente, o índice Ibovespa reage e volta ao patamar dos 50 mil pontos. A taxa de câmbio doméstica bate R$ 1,94.
O termômetro da Bolsa, o índice Ibovespa, valoriza 3,10% e alcança os 50.386 pontos. O giro financeiro é de R$ 1,35 bilhão. Nos EUA, a Bolsa de Nova York avança 1,77%.
O dólar comercial é vendido por R$ 1,948, o que significa um declínio de 1,06% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 270 pontos, número 3,22% abaixo da pontuação anterior.
Entre as primeiras notícias do dia, o Departamento do Trabalho dos EUA revelou que a inflação ao consumidor teve variação de 0,7% em junho, acima da maioria das projeções do mercado (0,6%). O núcleo do indicador --que exclui os preços de alimentos e energia- registrou alta de 0,2%, contra uma alta de 0,1% em maio.
O Federal Reserve (banco central americano) informou que a produção industrial do país teve queda de 0,4% em junho, menor que a de 1,2% registrada em maio. Economistas do setor financeiro esperavam retração de 0,6% no mês. No segundo trimestre como um todo, por sua vez, a produção teve queda de 11,2%, menor que a de 19,2% no primeiro trimestre.
Na Europa, o órgão Eurostat registrou a primeira deflação para os países da zona do euro de 0,1% em junho. E as vendas de carros novos cresceram no continente pela primeira vez em 14 meses.
Ainda hoje, o Departamento de Energia informa o nível das reservas de petróleo e derivados nos EUA, pouco depois, o Fed revela a ata do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto, na sigla em inglês, equivalente ao Copom no Brasil), com uma avaliação mais elaborada sobre a economia dos EUA. A divulgação do PIB chinês está prevista para o final da noite de hoje.
Não há resultados corporativos de destaque previstos para hoje. Ontem, o mercado comemorou os números divulgados por Goldman Sachs, Johnson e Johnson e as boas expectativas da Intel para o terceiro trimestre.
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Que o próximo, seja qual for, seja melhor ainda!!!!
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RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
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LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
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