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Dinheiro
16/07/2009 - 09h01

Banco inglês Lloyds vai demitir mais 1.200 no Reino Unido

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da Folha Online

O banco britânico Lloyds Banking Group, controlado pelo Estado, anunciou nesta quinta-feira que vai cortar outros 1.200 postos de trabalho, a fim de reduzir custos, após a fusão com o HBOS (Halifax/Bank of Scotland), aprovada pelos acionistas no final do ano passado. Com esses cortes a redução no quadro de funcionários do banco chega a 8.200.

Segundo o Lloyds, 650 vagas serão eliminadas até o primeiro trimestre do próximo ano, 370 postos temporários serão eliminados nas divisões de operações de grupos e de seguros e outros 180 funcionários serão realocados em outros postos.

O representante do sindicato Unite, Rob MacGregor, criticou a medida do banco. "Qual a justificativa para um corte de 8.200 funcionários nos últimos meses enquanto o Lloyds continua a ter um desempenho considerável fora do país?", questionou MacGregor.

A maioria das demissões ocorrerá na Inglaterra e do País de Gales. Analistas estimam que o corte poderá atingir até 30 mil funcionários no processo de integração do Lloyds e do HBOS --que, juntos, tem cerca de 140 mil funcionários.

O governo já adquiriu uma participação de 43% no Lloyds através de um plano de resgate.

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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