Dinheiro
16/07/2009 - 09h49

Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA caem em 47 mil na semana

Publicidade

da Folha Online

O número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos caiu em 47 mil na semana encerrada no último dia 11, para um total de 522 mil solicitações, contra 569 mil (dado revisado) referentes à semana imediatamente anterior, informou nesta quinta-feira o Departamento do Trabalho.

A média quadrissemanal, que atenua as volatilidades das leituras semanais, ficou em 584.500, um recuo de 22.500 pedidos em relação à média anterior, 607 mil (dado revisado).

Ontem, o Fed (Federal Reserve, o BC americano) divulgou sua ata da reunião de política monetária realizada nos dias 23 e 24 de junho; no documento, o banco estima que a taxa de desemprego nos Estados Unidos neste ano poderá chegar a 10,1% neste ano, mesmo com a diminuição no ritmo de queda da economia.

A última vez em que os EUA tiveram uma taxa de desemprego de dois dígitos foi em junho de 1983, quando chegou a 10,1% --à época a economia americana também atravessava uma recessão.

A economia americana perdeu 467 mil postos de trabalho no mês passado, enquanto a taxa de desemprego chegou nível em que estava em agosto de 1983, contra 9,4% em maio. Em média, a economia americana perdeu 436 mil empregos por mês entre abril e junho, contra uma média de 670 mil por mês entre novembro e março.

Na terça-feira (14), o presidente americano, Barack Obama, afirmou que o nível de desemprego deve continuar aumentando durante vários meses. "Minha expectativa é de que provavelmente continuaremos a vem o desemprego subir por vários meses", disse.

Segundo o presidente, "historicamente, mesmo depois que a recuperação começa, o crescimento positivo, as contratações, demoram mais um tempo". "O desafio para essa administração é garantir que, mesmo enquanto estabilizamos o sistema financeiro, compreendamos que o mais importante na economia é que as pessoas consigam encontrar bons empregos que paguem bons salários", afirmou.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
sem opinião
avalie fechar
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
sem opinião
avalie fechar
É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (4321)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca