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Dinheiro
16/07/2009 - 10h13

Notificações de despejo nos EUA crescem 15% no primeiro semestre

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da Folha Online

O número de famílias americanas que receberam ao menos uma notificação de despejo cresceu 15% no primeiro semestre deste ano, ultrapassando a marca de 1,5 milhão de casas, informou nesta terça-feira a empresa de pesquisas sobre o setor imobiliário RealtyTrac.

O dado mostra que, apesar do governo americano ter lançado um plano de gastar cerca de US$ 50 bilhões em subsídios para evitar despejos, as famílias seguem com dificuldades em honrar suas hipotecas. E especialistas do setor não esperam que os números diminuam antes de meados de 2010.

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O maior temor é sobre o nível de desemprego, que segue em alta --com mais pessoas perdendo seus empregos, também tende a crescer a inadimplência.

No mês de junho, as notificações de despejo cresceram 33% em relação ao mesmo mês do ano passado e 5% na comparação com maio, chegando a 336 mil, segundo os dados da RealtyTrac. Trata-se do quarto mês seguido que mais de 300 mil lares receberam a notificação. Com isso, o documento chegou a uma em cada 380 casas americanas.

Já o número de despejos concretizados --com a retomada da posse da casa pelos bancos-- foi de 79 mil em junho, bem superior aos 65 mil de maio.

Na divisão por Estados, Nevada é o que apresenta o maior índice de notificações de despejo, que já chegou a 6% das residências. Em seguida aparecem Arizona, Flórida, Califórnia, Utah, Georgia, Michigan, Illinois, Idaho e Colorado.

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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