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Dinheiro
20/07/2009 - 15h41

Exportações ao Brasil sustentam produção de automóveis na Argentina

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da Efe, em Buenos Aires

A forte reativação das exportações para o Brasil no segundo trimestre do ano sustentou a produção de automóveis na Argentina, de acordo com um relatório divulgado hoje pela empresa de consultoria Abeceb, especializada na relação comercial entre os dois países.

O relatório ressaltou que, em um mercado argentino em recessão, as vendas de automóveis para o Brasil registraram uma alta anualizada de 11% no segundo trimestre do ano, para 24.225 unidades, frente à queda de 3,73% entre janeiro e março.

"Por outro lado, as quantidades de veículos argentinos exportados para outros destinos caíram 65% no primeiro trimestre e 73% no segundo", especificou.

Apontou ainda que "o desempenho frouxo" das vendas para o Brasil nos primeiros três meses do ano "faz com que o acumulado semestral ainda mostre uma redução de 9,6%", frente ao colapso de 2008, ao passar das 38.117 unidades para 34.443.

As exportações argentinas de automóveis para o Brasil "recuperaram seus níveis passados, graças às vendas de mais da metade da produção local de veículos para esse país", indicou o estudo da consultoria.

O relatório mostrou também que o mercado automotivo brasileiro foi reativado graças às reduções de impostos concedidas pelo governo brasileiro e em menor medida por ajudas financeiras.

No primeiro semestre do ano, o mercado de veículos novos no Brasil "não só compensou a queda inicial, mas acumulou uma alta de 3%, em comparação com o mesmo período de 2008", com a qual se torna possível "alcançar um novo recorde de vendas, justamente em um ano caracterizado pela crise em nível global", afirmou.

Durante o primeiro semestre de 2009, a Argentina fabricou 196.106 automóveis, o que significa uma queda de 31,5%, frente ao colapso do ano passado, segundo números da Adefa (Associação de Fábricas de Automotores, na sigla em espanhol).

Comentários dos leitores
celso assis (90) 18/12/2009 16h17
celso assis (90) 18/12/2009 16h17
Esta é sem dúvida mais uma noticia ruim que será considerada como boa pelos especuladores do Bovespa, que atualmente esão pulando como cabritos para manter o indice Ibovespa pelo menos em 67 mil pontos. Eh, eh, eh, eh sem opinião
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ismael coelho (3) 18/12/2009 15h52
ismael coelho (3) 18/12/2009 15h52
Sei que não generalizou quando falou de "sustentar Brasília". Apenas lembre-se que a classe política (senadores, deputados, etc) não é de Brasília. É tudo material importado. sem opinião
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Glauber Carrico (29) 18/12/2009 14h45
Glauber Carrico (29) 18/12/2009 14h45
E o governo Lulla, o que vai fazer neste caso? Vai se omitir mais uma vez, dizendo que não sabe de nada, e vai deixar o preço do álcool e do açúcar explodir? Ou vai dizer que quem tem carro é elite e não precisa de ajudar?
Será que se baixar os impostos do combustível, um pouquinho que seja, não vai ajudar a não subir tanto?
Ou será que este ao incentivar a produção de carros tipo 'flex' não tinham já em vista deixar vender carros a dar com pau, e agora subir o preço, simulando uma queda na safra, pra encher o bolso?
Ou então será que a alta no preço do álcool é pra compensar a renúncia dos impostos que baixaram?
Até quando tanta falcatrua, e até quando o zé povinho que recebe bolsa família vai acreditar?
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