Porsche quer participação de fundo árabe para criar grupo com Volks
da Folha Online
A fabricante alemã de automóveis Porsche criou nesta quinta-feira condições para a entrada em seu capital da Qatar Holding, subsidiária do QIA (Qatar Investment Authority), fundo soberano do país árabe, para a criação de um grupo integrado com a Volkswagen.
A integração seria um benefício para ambas no mercado global, disse o executivo-chefe da Volks, Martin Winterkorn, hoje. A Qatar Holding ficaria com 17% da Volks e ofereceria um empréstimo de 750 milhões de euros à Porsche, segundo uma fonte próxima à negociação ouvida pelo serviço de notícias especializado em economia Bloomberg --que informou ainda que o QIA não comentou a informação.
"O conselho supervisor da Porsche, em uma reunião extraordinária, deu de forma unânime poder à direção para concluir as discussões com a Qatar Holding sobre um aumento de capital na Porsche", segundo comunicado da Porsche divulgado hoje.
A ideia de uma integração entre as duas fabricantes alemãs surgiu no dia 6 de maio deste ano, após encontro realizado entre representantes das duas companhias, as famílias donas da Porsche e membros dos sindicatos de funcionários. No dia 19 do mesmo mês, a proposta foi reafirmada.
Dias antes, no entanto, o presidente do conselho da Volks, Ferdinand Piech, disse que a Porsche precisa reduzir a sua dívida antes da integração com a empresa --a Porsche tem uma dívida de cerca de US$ 12,8 bilhões.
O grupo Volkswagen comanda as marcas Audi, Bentley, Bugatti, Lamborghini, MAN, Scania, Seat, Skoda e VW. Em 2008, as marcas do grupo produziram mais de 5 milhões de veículos --o que a coloca atrás de Toyota e General Motors como as maiores montadoras do mundo.
Em janeiro, a Porsche --que produz cerca de 100 mil modelos esportivos e de luxo por ano-- aumentou sua participação na Volks para 50,76% e afirmou que planejava alcançar um controle de até 75% da montadora alemã.
No ano passado, a Porsche já havia anunciado que compraria a VW, mas adiou seus planos por causa da retração no setor.
Com informações da agência de notícias France Presse
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Em São Paulo, capital, 5% do PIB é da administração pública, o resto é privado, ou seja, 95% de gente ralando de verdade.
Conclusão: Isso é um dado interessante de quem realmente trabalha nesse país e sustenta toda a embromação de , por exemplo, Brasília.
Brasil é isso: Todos ralando para sustentar Brasília que vive de 100% de dinheiro público.
[]s
Eduardo.
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