Dinheiro
28/07/2009 - 17h46

Codefat aprova linha de R$ 200 milhões para taxistas renovarem frota

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da Folha Online

Atualizado às 18h17.

O Codefat (Conselho Deliberativo do FAT) aprovou na reunião desta terça-feira a criação de uma linha de crédito para taxistas comprarem carros novos. Ao todo, serão liberados R$ 200 milhões, e as condições incluem prazo de cinco anos para o pagamento. O teto de cada financiamento será de R$ 60 mil, com até 90% do valor do carro podendo ser concedido.

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Os juros anuais serão compostos pela TJLP (hoje em 6% ao ano) mais 4%. A linha será operada pelo Banco do Brasil e, possivelmente, também pela Caixa Econômica Federal.

Os recursos para a linha de crédito virão do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).

Pescador

Também foi aprovada hoje a concessão de seguro-desemprego para 7.500 pescadores do rio Uruguai, no Sul do país.

O auxílio busca minimizar efeitos da proibição da pesca local por dois meses, por parte do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Cada pescador vai receber um salário mínimo por mês. Estão previstos R$ 7 milhões, oriundos do FAT.

Eleição

Representantes dos setores empregadores anunciaram a saída do Codefat por divergências na eleição para a presidência do conselho realizada hoje. Em nota, os representantes da indústria, comércio, bancos e agropecuária acusaram o Ministério do Trabalho de interferir na escolha.

As entidades patronais reclamam do apoio do ministério à CNS (Confederação Nacional de Serviços), uma entidade reconhecida no final do ano passado e que só entrou no conselho em abril deste ano, por decisão do governo.

As quatro grandes confederações que abandonaram o Codefat faziam parte do conselho desde a sua criação, em 1990.

Em resposta à nota, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, disse que não "trabalhou para eleger ninguém" e que aqueles que abandonarem o conselho serão substituídos conforme determina a lei.

As entidades que se retiraram hoje são CNI (indústria), CNC (comércio) CNA (agropecuário) e Consif (bancos).

O eleito foi Luigi Nesse, presidente da CNS, por 12 votos a favor e duas abstenções.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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