Montadora Renault tem prejuízo de US$ 3,81 bilhões no semestre
da Efe, em Paris
A montadora francesa Renault perdeu 2,71 bilhões de euros (US$ 3,81 bilhões) no primeiro semestre do ano, frente ao lucro de 1,58 bilhão de euros (US$ 2,22 bilhões) no mesmo período de 2008, anunciou a empresa nesta quinta-feira.
No entanto, a montadora ressaltou que os resultados do segundo trimestre de 2009 foram menos negativos do que os do primeiro. Segundo um comunicado da Renault, as perdas da primeira metade do ano estiveram ligadas à "queda brutal do conjunto dos mercados" e aos resultados negativos de suas filiais e grupos associados, que somaram um prejuízo de 1,584 bilhão de euros (US$ 2,228 bilhões), sendo 1,21 bilhão (US$ 1,71 bilhão) pela Nissan; 196 milhões de euros pela Volvo (US$ 275,7 milhões); e 182 milhões de euros (US$ 256 milhões) pela russa AvtoVAZ.
A empresa assinalou que a contribuição negativa da Nissan se concentrou no primeiro trimestre (1,15 bilhão de euros, US$ 1,61 bilhões), para diminuir marcadamente no segundo (60 milhões de euros, US$ 84,4 milhões).
A queda das vendas da Renault apareceu nos 946 milhões de euros (US$ 1,33 bilhão) de perdas por operações entre janeiro e junho deste ano, frente aos 845 milhões de euros (US$ 1,18 bilhão) positivos do mesmo período do ano passado.
A margem operacional também ficou no vermelho na primeira metade do ano em 620 milhões de euros (US$ 872,2 milhões), frente ao ganho de 865 milhões de euros (US$ 1,21 bilhão) entre janeiro e junho de 2008.
A atividade automobilística representou um prejuízo de 869 milhões de euros (US$ 1,22 bilhão) nessa margem operacional, uma piora de 1,467 bilhão de euros (US$ 2,06 bilhões) frente ao mesmo período do ano passado provocada principalmente pela queda de 978 milhões de euros (US$ 1.375 bilhão) nas vendas de carros.
As atividades de financiamento, por outro lado, mostraram "capacidade de resistência", segundo a Renault, já que tiveram margem operacional de 249 milhões de euros (US$ 350,3 milhões), equivalente a 28% de seu faturamento.
O faturamento sofreu queda de 23,7%, para 15,9 bilhões de euros (US$ 22,4 bilhões). Descontado o impacto das variações das taxas de câmbio, a baixa foi de 21,5%.
A divisão automobilística foi a que teve a maior queda: 24,2%, para 15,1 bilhões de euros (US$ 21,2 bilhões). A Renault, entretanto, insistiu em evidenciar sinais de uma menor deterioração desde abril. A diminuição do volume de negócios, por exemplo, que tinha sido de 30,8% no primeiro trimestre, passou a ser de 16,9% no segundo.
A filial de financiamento contribuiu com 890 milhões de euros (US$ 1,25 bilhão) para a receita da Renault, o que representa queda de 14,7%.
O presidente da empresa, o brasileiro Carlos Ghosn, declarou que, como a montadora "antecipou a crise" desde julho de 2008, agora "a Renault resiste", o que seria comprovado pelo fluxo de caixa "significativamente positivo", com 848 milhões de euros (US$ 1,19 bilhão) na primeira metade do ano, principalmente por causa da diminuição de 25% nas despesas em pesquisa e desenvolvimento frente ao primeiro semestre de 2007.
Agora, a Renault espera um retrocesso de 12% nas vendas em relação ao ano passado, e não mais de 15%, com mais de 57 milhões de unidades vendidas.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
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