Obama diz que dados do PIB mostram que governo freou a recessão
da Folha Online
Em um breve discurso em rede de televisão nesta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que os dados do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas em um país) do segundo trimestre mostram que o governo freou a recessão.
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O presidente americano ressaltou, no entanto, que a situação do mercado de trabalho no país ainda deve levar tempo para ser revertida. Segundo ele, "não haverá recuperação enquanto não forem criados empregos".
| Larry Downing/Reuters |
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| O presidente dos EUA, Barack Obama, disse que resultado do PIB no segundo trimestre mostra que economia está "na direção certa" |
Para Obama, a melhora no desempenho no PIB no segundo trimestre mostra que, embora ainda seja preciso fazer mais para o país voltar a crescer, "a economia caminha na direção correta". "Mantenho um otimismo prudente sobre a direção tomada por nossa economia, mas ainda há muito trabalho pela frente", afirmou
Ele destacou ainda as medidas do pacote de estímulo aprovado em fevereiro deste ano, de US$ 787 bilhões, para, entre outras coisas, criar de empregos e ajudar mutuários em dificuldades com pagamentos de hipotecas --trazendo, assim, alívio para o mercado imobiliário.
Obama reconheceu que a recessão em que o país caiu desde dezembro de 2007 é mais profunda que esperava quando assumiu o cargo, em 20 de janeiro deste ano, mas que, devido ao pacote de estímulo, a economia está "sensivelmente melhor".
No segundo trimestre deste ano, a queda foi de 1%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo governo --maior período de recessão desde que as informações começaram a ser contabilizadas pelo governo, em 1947. Segundo o site do jornal britânico "Financial Times", é a primeira vez em 62 anos que a economia norte-americana registra quatro trimestres de retração consecutivos.
O dado divulgado hoje, no entanto, marca uma recuperação em relação ao primeiro trimestre, quando a queda foi de 6,4% (dado revisado; no dia 25 de junho, o governo havia informado que o PIB sofreu contração de 5,5% no primeiro trimestre).
No último dia 17, o Departamento do Trabalho informou que a taxa de desemprego nos EUA passou a casa dos 10% em 15 Estados americanos no mês de junho. A informação é um recorte dos dados nacionais de desemprego, divulgados pelo órgão na semana retrasada. Nela, mostrou-se que a taxa de desemprego no país está em 9,5%, o maior já registrado em 26 anos.
Os dados do mercado americano de trabalho referentes a julho devem ser apresentados no próximo dia 7.
Fed
No "Livro Bege" (documento com dados econômicos coletados em suas 12 divisões regionais), divulgado na quarta-feira (29), o Fed (Federal Reserve, o BC americano) apontou que algumas regiões do país começam a apresentar sinais de estabilização. Segundo o documento, a maior parte dos distritos do país registraram ou uma moderação no ritmo de declínio da economia ou um início, embora fraco, de estabilização.
Também na quarta-feira, o presidente do Federal Reserve de Nova York (uma das 12 divisões regionais do Fed), William Dudley, disse que a economia dos Estados Unidos deve registrar um crescimento moderado no segundo semestre deste ano, mas a recuperação será significativamente mais fraca que o normal.
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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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