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Dinheiro
03/08/2009 - 16h22

Vendas da GM nos EUA recuam 19,4% e empresa amplia demissões

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colaboração para a Folha Online

As vendas da General Motors (GM) nos Estados Unidos recuaram 19,4% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas as vendas no varejo cresceram em relação a junho, pelo quinto mês consecutivo, estimuladas pelo programa governamental de incentivo para troca de carros usados.

Nos EUA as foram comercializados 189.443 veículos em julho, contra 235.184 um ano antes. As vendas no varejo registraram baixa de 9% em relação a julho de 2008, mas as vendas no atacado recuaram 47% no mesmo período.

A montadora também divulgou que planeja produzir 535 mil veículos no terceiro trimestre, o que representa queda de 42% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado.

Demissões

A General Motors informou que cerca de 6 mil empregados aceitaram o último pacote de aposentadoria antecipada e demissão voluntária, mas o número ficou 7,5 mil vagas abaixo da meta de corte, que é de 13,5 mil.

Em nota, a GM informou que a maior parte destes empregados se desligou oficialmente da empresa no último sábado. A empresa pretende reduzir o seu quadro de funcionários dos atuais 54 mil para 40.500 até o final do ano.

Dentre os 6 mil, 65% aceitaram a aposentadoria, enquanto 30% aceitaram demissão voluntária, e o percentual restante aceitou incentivos para que se aposentassem antes da idade permitida, destacou a companhia. Aproximadamente 40% destes trabalhadores eram do setor administrativo, e os demais da área

A fabricante de automóveis anunciou em junho que fechará 15 unidades, que empregam 22 mil pessoas, até o final de 2012. A porta-voz da empresa, Sherrie Childers-Arb, disse que o número de demissões ainda não está decidido, porque alguns dos trabalhadores de unidades que foram fechadas podem ser aproveitados em outras fábricas do grupo.

Chrysler

As vendas da montadora americana Chrysler tiveram uma queda de 9,4% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2008. Na comparação com junho, no entanto, as vendas tiveram crescimento de 30%.

Segundo a empresa, o programa do governo para troca de carros usados chamado de "Cash for Clunkers" beneficiou o desempenho da empresa. A montadora vendeu 88.900 unidades em julho.

No ano, as vendas da Chrysler caíram 42% na comparação com o mesmo período de 2008, para 560.097 unidades.

Ford

Já as vendas da montadora americana Ford Motor cresceram 2,3% em julho nos Estados Unidos, na comparação com o mesmo mês de 2008. Trata-se do primeiro ganho mensal em 20 meses.

A empresa informou que as vendas totais --que incluem as vendas no atacado e as da marca Volvo-- ficaram em 165.279 unidades, contra 161.530 unidades em julho do ano passado. As vendas das marcas Ford, Lincoln e Mercury ficaram em 158.838 unidades, contra 156.406 unidades no mesmo mês de 2008 --uma alta de 1,6%.

As vendas no varejo --que excluem as vendas para órgãos do governo e para locadoras de automóveis-- ficaram em 118.197 unidades, um aumento de 9% em relação a julho de 2008.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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