Dólar fecha com nova queda e é vendido a R$ 1,83; Bovespa sobe 2,3%
da Folha Online
O dólar comercial encerrou o dia com uma nova queda, a terceira seguida, e tem a menor cotação desde o final de setembro do ano passado, fruto do bom humor nos mercados globais. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) se aproveita deste otimismo e opera com forte alta.
A moeda americana fechou vendida a R$ 1,835, com recuo de 1,6%. Nem mesmo a atuação do Banco Central no mercado mexeu com a cotação. A autoridade monetária realizou um leilão de compra por volta das 15h, e adquiriu a moeda com taxa de corte de R$ 1,8314.
Leia a cobertura completa da crise nos EUA
Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil
Já o Ibovespa (Índice Bovespa, principal indicador da Bolsa paulista) operava em alta de 2,36% às 15h34 (em Brasília), para 56.058 pontos, com giro financeiro de R$ 3,838 bilhões
Os investidores em todo o mundo vão às compras depois que Estados Unidos e China trouxeram dados macroeconômicos positivos hoje. Em Wall Street, o índice Dow Jones sobe 1,18%, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite ganha 1,26%.
No país asiático, o índice de atividade industrial apresentou alta em julho. Já nos EUA, os gastos na construção cresceram 0,3% no mês passado, enquanto analistas esperavam queda de 0,5%, e o índice de atividade industrial apresentou melhora ante junho.
Os ganhos são sustentados principalmente pelo bom desempenho das principais ações negociadas na Bolsa, as preferenciais da Petrobras e as preferenciais classe A da mineradora Vale. A primeira avança 3,05%, enquanto que a segunda tem ganho de 2,22%. Elas são beneficiadas pelo avanço do preço das commodities. O índice CRB, uma cesta de preços de matérias-primas, avança 3,42%. Já o preço do petróleo em Nova York tem alta de 2,96%, ultrapassando a barreira dos R$ 70 por barril.
Por aqui, os investidores também observam os dados da produção industrial --que, segundo o IBGE (Instituto Nacional de Geografia e Estatística), subiu 0,2% entre maio e junho, mas apresentou no primeiro semestre o pior desempenho desde o início da série histórica iniciada em 1975, com queda de 13,4%.
Mais cedo, o Banco Central divulgou a pesquisa semanal Focus, que mostrou que os analistas de mercado aumentaram novamente a previsão de queda do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas no país) para este ano, de 0,34% para 0,38%. A pesquisa ainda trouxe uma melhora em relação aos indicadores de inflação. A previsão para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) passou de 4,53% para 4,50% --em cima da meta do governo.
Leia mais
- Acompanhe a cotação do dólar durante o dia
- Entenda o risco-país
- Entenda o Ibovespa
- Confira os principais tipos de investimento e saiba como aplicar
- Veja o site especial da FolhaInvest
- Folha Explica o dólar, a especulação financeira e o euro, veja capítulos
Especial
- Leia o que foi publicado sobre a Bovespa
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria
| Comentários dos leitores |
|
|||||
|
|||||
|
|||||
| Comente esta reportagem | Veja todos os comentários (210) | ||||
| Termos e condições | |||||
Ocultar
Exibir




Que o próximo, seja qual for, seja melhor ainda!!!!
avalie fechar
RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
avalie fechar
LULA: é um diplomata pacífico, mas fez inúmeros acordos econômicos internacionais que permitiu ao Brasil aumentar as exportações e projetou o país como uma voz importante para discutir questões relevantes. Hoje o Brasil é um país respeitado internacionalmente e visto realmente como um país de grande potencial e liderança.
FHC: reservas internacionais: 18 Bilhões de dólares
LULA: reservas internacionais :235 bilhões de dólares
FHC: baseado arrocho salarial, estado mínimo, aumento de desigualdade social, aumento da dívida externa e desemprego quebrou o país 3 vezes em 8 anos e manteve a atividade econômica baixa e teve média de crescimento de 2,2% do PIB.
LULA: baseado na recuperação salarial, estado forte, diminuição da desigualdade social e aumento do emprego mantêm a atividade econômica nacional aquecida e mantêm crescimento econômico médio de 4,2%.
AINDA TEM GENTE QUE DIZ QUE A POLÍTICA ECONÔMICA É A MESMA... É PRA RIR?
avalie fechar