Dinheiro
03/08/2009 - 17h29

Venda de automóveis aumenta no ano, mas fica abaixo de junho

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da Folha Online

A prorrogação dos descontos de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) continua a impulsionar a venda de automóveis e comerciais leves no Brasil, diferente da situação dramática dos caminhões e máquinas pesadas, segundo dado da Fenabrave (associação das concessionárias).

Foram vendidos 273.621 automóveis e comerciais leves no mês de julho (sem contar caminhões, ônibus e motos), queda de 5,58% sobre junho deste ano, mas alta de 0,24% sobre julho de 2008.

No ano, já foram vendidos 1,667 milhão de automóveis e comerciais leves, resultado 3,48% superior ao registrado entre janeiro e julho do ano passado.

A Anfavea (Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores) já havia previsto que os resultados não superariam o mês de junho --o melhor da história--, que contou com o efeito da antecipação de vendas, por conta da perspectiva de encerramento do desconto de IPI, que acabou prorrogado pelo governo.

Na venda de veículos em geral (considerando também caminhões, motos), o mercado brasileiro contabilizou 437.626 unidades comercializadas, queda de 0,97% sobre junho e de 12% sobre julho de 2008, impactada pelo recuo de 22,73% de ônibus e caminhões.

Ranking

Considerando apenas automóveis, a Volkswagen foi a montadora com maior participação de mercado em julho (25,95%), à frente da Fiat (25,49%), General Motors (20,91%), Ford (8,48%) e Renault (4,92%). No segmento comerciais leves, a Fiat lidera com 23,18%.

O carro mais vendido no período foi o Gol (VW), com 27.507 unidades. Em segundo aparece o Palio (Fiat), com 18.652 unidades, e, depois, o Uno (Fiat), com 16.173 veículos vendidos.

As medidas tomadas pelo governo --liberação de linha de crédito e redução do IPI -- tiveram efeito maior entre janeiro e março, mas o governo esticou os descontos até junho e, depois, até dezembro, mas com retomada da alíquota gradativamente.

Veja ranking dos automóveis mais vendidos em julho:

  1. Gol (VW) -- 27.507
  2. Palio (Fiat) -- 18.652
  3. Uno (Fiat) -- 16.173
  4. Corsa classic (GM) -- 14.752
  5. Celta (GM) -- 14.606
  6. Fox/CrossFox (VW) -- 13.238
  7. Siena (Fiat) -- 11.457
  8. Voyage (VW) -- 8.559
  9. Ka (Ford) -- 7.502
  10. Prisma (GM) -- 5.691
Comentários dos leitores
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
celso assis (74) 29/11/2009 20h14
QUE CONFUSÃO, TIRA DAQUI PÕE ALI, ETC E TAL. ORA PENSEI QUE ESTAVA TUDO OK, QUE A CRISE TINHA ACABADO, ETC E TAL.
COMO DIRIAM: O TEMPO SERÁ O SENHOR DA RAZÃO
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
Olmir Antonio de Oliveira (68) 29/11/2009 15h53
A respeito do direitos do consumidor. Muito boa reportagem. È de se lamentar que os direitos do consumidor não estão sendo deixados de lado, vale lembrar o dito pelo minístro, e previsões para inicio para todos os modelos de tv terem os conversores e ou serem esclusivos para o sistema digital. Dado os custos industriais, a capacidade de mobilização do setor, estão adotando um atalho, tem se a impressão de intensionalmente visando um prejuizo para o consumidor "para compra de adaptador ou compra de novo equipamento". De fato é com as as atuais tecnologias e sistemas produtivos, e levando em conta que no exterior, existe enorme ociosidade na capacidade de produção de equipamentos e ou de componentes. Mas o brasileiro tem que aceitar um produto que em pouco tempo não tera qualquer serventia se não fizer uma adptação, a famosa gambiarra. Deveriam dar mais qualidade e garantias aos produtos que vendem e inclusive quando comparados aos preços para o consumidor no exterior, aqui teriam que ter preços significativamente menores. Dado o volume de equipamentos anualmente comprados pelos brasileiros, um mercado de quase duzentos milhões de consumidores, e altamente carente de consumo, a muitos anos esperando por melhorias saláriais, mas até agora só percebeu pequeno percentual, ainda sobrevivente de vales, transporte...farmacia...alimentação, e salário valendo quase nada. É de se espera que diante de tal realidade do brasileiro, e no atual cenário econômico mundial, Venham produzir aqui sem opinião
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Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
Henrique Silva (190) 29/11/2009 15h51
O grande problema de muitos brasileiros é ter o COMPLEXO DE VIRA-LATA. Estas pessoas complexadas não aceitam o fato de que o Brasil é hoje a nona potência econômica mundial e que em dez anos seremos a quinta, segundo previsões econômicas nacionais e internacionais. Não aceitam que o Brasil é um país democrático, que estamos crescendo de forma sustentável, que estamos variando nossa matriz energética, que o atual governo é melhor que o anterior, que internacionalmente estamos infinitamente mais respeitados que há 7 anos, que o IDH está aumentando, que a desigualdade social caiu, que o poder de compra melhorou, que a dívida pública caiu, que o desemprego caiu, que os salários estão sendo reajustados acima da inflação, que 32 milhões de pessoas saíram da pobreza.
RESUMINDO: O COMPLEXO DE VIRA-LATA NÃO DEIXA A PESSOA VER QUE O BRASIL MELHOROU.
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