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Dinheiro
03/08/2009 - 18h23

Toyota vende 11% menos nos EUA em julho; queda é de 34% no ano

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da Folha Online
da Efe, em Washington

A Toyota informou nesta segunda-feira que suas vendas nos Estados Unidos caíram 11,4% em julho, em comparação com o mesmo período de 2008, mas também destacou que a demanda no mês passado foi a mais alta do ano.

No total, a Toyota vendeu 174.872 veículos, ligeiramente menos que a General Motors (GM) e mais que a Ford.

O número é 27,7% maior que o registrado em junho, aumento pelo qual o fabricante responsabilizou o programa federal que oferece subsídios para quem quer trocar o carro velho por um novo e mais econômico.

"Além do estímulo econômico tangível, os lucros do programa no ambiente positivo são evidentes. O programa está alcançando seu objetivo de aumentar a eficiência de combustível", afirmou o presidente da Toyota nos EUA, Jim Lentz.

A Toyota disse que as vendas de automóveis "significarão uma economia aos consumidores de aproximadamente US$ 20 milhões em despesas durante o próximo ano".

Neste ano, a Toyota vendeu 945.321 veículos nos EUA, 33,9% a menos que no mesmo período de 2008.

Um dos modelos que mais se beneficiou com o aumento das vendas em julho foi o híbrido Prius. A demanda do carro durante o mês chegou a 19.173 veículos, 29,7% a mais que em julho de 2008.

No total, o grupo Toyota vendeu 24.295 híbridos no mês passado, 19,3% a mais que há um ano.

Rivais

A GM, por sua vez, informou vendas 19,4% menores em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com 189.443 unidades em julho, contra 235.184 um ano antes. Mas as vendas no varejo cresceram em relação a junho, pelo quinto mês consecutivo, também estimuladas pelo programa de troca de carros usados.

As vendas no varejo registraram baixa de 9% em relação a julho de 2008, e as vendas no atacado, queda de 47% no mesmo período.

As vendas da montadora americana Chrysler recuaram 9,4% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2008. Na comparação com junho, no entanto, as vendas tiveram crescimento de 30%.

Já as vendas da montadora americana Ford Motor cresceram 2,3% em julho nos Estados Unidos, na comparação com o mesmo mês de 2008. Trata-se do primeiro ganho mensal em 20 meses.

A empresa informou que as vendas totais --que incluem as vendas no atacado e as da marca Volvo-- ficaram em 165.279 unidades, contra 161.530 unidades em julho do ano passado. As vendas das marcas Ford, Lincoln e Mercury ficaram em 158.838 unidades, contra 156.406 unidades no mesmo mês de 2008 --uma alta de 1,6%.

As vendas no varejo --que excluem as vendas para órgãos do governo e para locadoras de automóveis-- ficaram em 118.197 unidades, um aumento de 9% em relação a julho de 2008.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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