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Dinheiro
04/08/2009 - 08h35

BMW vai produzir motos na Zona Franca de Manaus

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RODRIGO VIZEU
da Agência Folha

A BMW irá fabricar motocicletas no Brasil, informou nesta segunda-feira (3) a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus). A produção será na capital amazonense e usará a estrutura da Dafra Motos. Será a primeira unidade da montadora alemã fora da Europa.

O negócio foi acertado no último dia 30 em reunião do Conselho de Administração da Suframa, que aprovou o projeto de diversificação da linha de montagem da Dafra. A empresa firmou acordo semelhante no início do mês com a TVS Motor Company, da Índia.

A montadora nacional, que produz motos de até 450 cilindradas, passará a ter a tecnologia para montar um modelo de 650 cilindradas da BMW com foco no mercado brasileiro.

Por meio de assessoria, a BMW confirmou a negociação, mas não quis dar detalhes. A Dafra informou que tem conversado com os alemães nos últimos meses, mas que só vai se pronunciar quanto o contrato for assinado --ainda não há data prevista para isso.

Segundo Oldemar Ianck, superintendente-adjunto de projetos da Zona Franca, a previsão é de investimentos de até R$ 5 milhões pela empresa alemã, que fez diversas visitas ao polo industrial e trabalhou com três opções de montadoras antes de escolher a Dafra.

Segmento sem crise

A negociação vem em um momento em que a BMW vendeu 9,3% a mais de suas motos importadas no Brasil de janeiro a julho de 2009, em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2008, o crescimento foi de 72% sobre o ano anterior. A montadora atua no segmento acima de 500 cilindradas.

Entre as empresas nacionais, a queda de vendas, contando-se todos os segmentos, foi de quase 30% no primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período de 2008.

"Para o nosso segmento, esta informação [crise] não se aplica, pois ele tem demonstrado grande potencial de crescimento", informou a BMW.

Para o dirigente da Suframa, a aposta da montadora estrangeira reforça a esperança por um reaquecimento do setor no segundo semestre. "A confiança deles no mercado nacional é uma sinalização importante para o mercado", afirmou.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (435) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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