Ex-financeira da GM tem prejuízo de US$ 3,9 bilhões
colaboração para a Folha Online
O banco Gmac, que se tornou independente da montadora GM (General Motors), informou prejuízo de US$ 3,9 bilhões no segundo trimestre, valor maior que os US$ 2,48 bilhões de prejuízo registrados no mesmo intervalo do ano passado. As receitas caíram 28%, para US$ 1,27 bilhão, contra US$ 1,76 bilhão no segundo trimestre de 2008.
No trimestre o Gmac pagou U$ 1,2 bilhão em taxas para deixar de ser um braço financeiro da GM e se converter em uma companhia separada que oferece serviços pessoais bancários, além de empréstimos para compras de automóveis da GM e da Chrysler. O banco informa que, excluídas estas taxas, as perdas no trimestre somaram US$ 400 milhões.
O presidente do banco, Alvaro Molina, afirmou que os resultados do banco no trimestre foram dramaticamente afetados por uma série de ações estratégicas que produziram impactos negativos na performance financeira de curto prazo, mas devem geram benefícios no longo prazo.
"Este movimento está relacionado a ganhar fundos e flexibilidade operacional, expandindo nossas forças, e separando ativos não-estratégicos, o que vai nos permitir focar nos negócios de empréstimos automotivos e imobiliários", destacou Molina em nota.
Entretanto, a unidade automotiva do Gmac registrou perda de US$ 727 milhões no trimestre, contra perda de US$ 717 milhões no mesmo trimestre do ano passado.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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