Venda de imóveis usados em São Paulo cresce 31% em junho
PAULO DE ARAÚJO
colaboração para a Folha de S.Paulo
Com a retomada da confiança e do crédito, somada à diminuição de lançamentos no mercado, as vendas de imóveis usados na cidade de São Paulo cresceram 30,91% em junho em comparação com maio.
No mês, foram vendidas 256 unidades na capital, sendo que aquelas com preço superior a R$ 200 mil foram as mais procuradas, segundo pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).
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"Podemos dizer que a crise no setor de imóveis usados foi afastada", disse o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto. "Hoje, temos disponibilidade de financiamento imobiliário e retomada da confiança por parte do consumidor."
Com o setor imobiliário em ritmo mais lento de lançamentos após a crise global, os consumidores se voltam para os imóveis usados. De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), a cidade de São Paulo recebeu no primeiro semestre deste ano 8.150 lançamentos, contra 16.812 no mesmo período de 2008 -uma queda de 51,5%.
"A diminuição da oferta de imóveis novos aquece as vendas de usados", disse Viana.
Aluguéis
A locação de imóveis registrou alta de 14,73% em junho em relação a maio.
Segundo Roberto Akazawa, gerente do departamento de economia do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), há escassez de oferta de unidades para alugar, com fila de espera na zona sul e centro, o que levou a um encarecimento dos aluguéis.
"No primeiro semestre, o preço médio da locação teve alta de 3,8%. No mesmo período, o IGP-M [índice de inflação usado nos reajustes] teve variação negativa de 1,24%", disse.
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No último final de semana tive a oportunidade, durante a festa em um casamento, de conversar com um famoso Deputado Federal/PSDB/Pr, perguntei a ele: E a reforma tributária? Sai ou não sai? ele foi firme em suas palavras, sai não, só se houver uma mobilização nacional. Os interesses são muito grande, só em "renúncia fiscal e Zona Franca de Manaus" são mais de 200 bilhões de Reais. Pelo andar da carruagem vai demorar muito para melhorar o padrão de vida dos mais de 20 milhôes de "miseráveis" que moram em "cortiços" (segundo o Jornal da Record) e melhorar o atendimento em hospitais públicos.
Veja que frase bonita: "O maior fracasso do homem é rejeitar o amor de JESUS CRISTO".
Maranata.
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Estou curioso para saber.
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