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Dinheiro
06/08/2009 - 09h29

Venda de imóveis usados em São Paulo cresce 31% em junho

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PAULO DE ARAÚJO
colaboração para a Folha de S.Paulo

Com a retomada da confiança e do crédito, somada à diminuição de lançamentos no mercado, as vendas de imóveis usados na cidade de São Paulo cresceram 30,91% em junho em comparação com maio.

No mês, foram vendidas 256 unidades na capital, sendo que aquelas com preço superior a R$ 200 mil foram as mais procuradas, segundo pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).

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"Podemos dizer que a crise no setor de imóveis usados foi afastada", disse o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto. "Hoje, temos disponibilidade de financiamento imobiliário e retomada da confiança por parte do consumidor."

Com o setor imobiliário em ritmo mais lento de lançamentos após a crise global, os consumidores se voltam para os imóveis usados. De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), a cidade de São Paulo recebeu no primeiro semestre deste ano 8.150 lançamentos, contra 16.812 no mesmo período de 2008 -uma queda de 51,5%.

"A diminuição da oferta de imóveis novos aquece as vendas de usados", disse Viana.

Aluguéis

A locação de imóveis registrou alta de 14,73% em junho em relação a maio.

Segundo Roberto Akazawa, gerente do departamento de economia do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), há escassez de oferta de unidades para alugar, com fila de espera na zona sul e centro, o que levou a um encarecimento dos aluguéis.

"No primeiro semestre, o preço médio da locação teve alta de 3,8%. No mesmo período, o IGP-M [índice de inflação usado nos reajustes] teve variação negativa de 1,24%", disse.

Comentários dos leitores
Domingos Aparecido (146) 07/12/2009 22h04
Domingos Aparecido (146) 07/12/2009 22h04
DEPUTADO DESANIMADO.
No último final de semana tive a oportunidade, durante a festa em um casamento, de conversar com um famoso Deputado Federal/PSDB/Pr, perguntei a ele: E a reforma tributária? Sai ou não sai? ele foi firme em suas palavras, sai não, só se houver uma mobilização nacional. Os interesses são muito grande, só em "renúncia fiscal e Zona Franca de Manaus" são mais de 200 bilhões de Reais. Pelo andar da carruagem vai demorar muito para melhorar o padrão de vida dos mais de 20 milhôes de "miseráveis" que moram em "cortiços" (segundo o Jornal da Record) e melhorar o atendimento em hospitais públicos.
Veja que frase bonita: "O maior fracasso do homem é rejeitar o amor de JESUS CRISTO".
Maranata.
sem opinião
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ernani sefton campos (164) 07/12/2009 20h12
ernani sefton campos (164) 07/12/2009 20h12
Seria interessante a Receita divulgar os valores recolhidos em Novembro/09;devem ter estourado a boca do balão = isenções perdões de divida, parcelamento, etc...
Estou curioso para saber.
4 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (82) 05/12/2009 10h10
Olmir Antonio de Oliveira (82) 05/12/2009 10h10
A respeito de agências de classificação de riscos, a coisa esta como sempre foi, quando for para melhor é sempre, invariavelmente assim demorado, mas se for para pior é sempre no mesmo dia ou quanto muito no dia seguinte, moral estamos sempre refém, escravos, subordinados aos "grandes" aos donos so "sistema", eternos colonizados. O País tem potenciais claros, campos amplos para se desenvolver, inovar, criar conceitos, dar oportunidades ao trabalhador e aos empeendedores. Exemplifico, temos uma industria alcool quimica engatinhando (o mesmo poderia se fazer com a produção de oleos de palmeiras, da soja, do milho, de outros agricolas.....), para industrias quimicas de primeira geração ou segunda geração, o leque de produtos possiveis é amplos, plásticos, tecidos, quimicos diversos..... 4 opiniões
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