Emprego nas montadoras cresce após oito meses de demissão
da Folha Online
O número de empregos nas montadoras brasileiras registrou a primeira alta depois de oito meses de demissões, mas ainda pequena, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
Segundo a associação, em julho, os empregos somaram 119.598, uma alta de 0,1% sobre junho (com 87 contratações), mas ainda 7,5% abaixo do registrado no ano passado, quando eram 129.362 empregados.
A Anfavea informou que considera tanto os empregos efetivos quanto os temporários.
Até outubro, quando a crise se gravou no setor, eram 131.717 empregados nas montadoras. O corte em novembro de 2008 havia sido o primeiro desde dezembro de 2006. Desde então 12,2 mil vagas foram eliminadas.
Produção
A produção de veículos registrou queda em julho deste ano, depois de um mês de junho recorde em vendas puxado pela redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado).
Em julho foram produzidos 281,6 mil veículos, o que representa queda de 11,5% em relação ao mesmo mês de 2008. Na comparação com junho, quando foram produzidos 284,3 mil veículos, houve recuo de 0,9%
Os licenciamentos, indicador de vendas, somaram 285,4 mil veículos em julho, recuo de 0,9% em relação a julho do ano passado, e de 4,9% em relação a junho deste ano, quando foram licenciados 300,2 mil veículos.
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"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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