Dinheiro
11/08/2009 - 15h04

GM lançará automóvel elétrico Volt no mercado em 2011

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da France Presse, em Nova York
da Folha Online

A montadora americana GM (General Motors) anunciou nesta terça-feira a comercialização em 2011 de seu modelo de automóvel elétrico, o Chevrolet Volt.

O executivo-chefe da GM, Fritz Henderson, anunciou, além disso, o lançamento até 2011 de 25 novos veículos, seis dos quais estarão disponíveis já no próximo ano.

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Depois de sair da concordata em 10 de julho, a GM havia prometido a entrada em produção, em 2010, do Chevrolet Volt, um dos modelos nos quais aposta para renovar sua imagem de marca e suas vendas.

Divulgação
GM começará a comercializar o Chevrolet Volt em 2011, disse nesta terça-feira o executivo-chefe da empresa, Fritz Henderson
GM começará a comercializar o Chevrolet Volt em 2011, disse nesta terça-feira o executivo-chefe da empresa, Fritz Henderson

No último dia 5, o presidente do conselho de administração da GM, Ed Whitacre, disse que a empresa vai acelerar o lançamento de alguns dos modelos que está desenvolvendo, devido à queda de vendas em alguns dos principais segmentos do setor.

A queda nas vendas provocou uma redução da participação da GM no mercado automobilístico dos Estados Unidos. Em julho, a participação da GM passou de 20,5% para 18,9%. Whitacre não especificou quais novos modelos terão sua comercialização antecipada.

Ele previu que o Volt será um automóvel "de muito sucesso", quando entrar no mercado à época ele havia informado que o veículo entraria no mercado no final de 2010.

Vendas

No início do mês, a GM informou que suas vendas nos Estados Unidos recuaram 19,4% em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas as vendas no varejo cresceram em relação a junho, pelo quinto mês consecutivo, estimuladas pelo programa governamental de incentivo para troca de carros usados.

Nos EUA as foram comercializados 189.443 veículos em julho, contra 235.184 um ano antes. As vendas no varejo registraram baixa de 9% em relação a julho de 2008, mas as vendas no atacado recuaram 47% no mesmo período.

Comentários dos leitores
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Richard Adams (21) 26/11/2009 17h56
Marcelo, concordo também com vc. Mas qdo pensamos em paises ricos, nos vem à mente normalmente USA e Zona do Euro.
Veja o que aconteceu hj com Dubai. Há outros vários.
Também acho que a palavra "quebrar"é muito forte, e de fato não deve acontecer. Aliás quem alertou sobre isso hj foi a OMC.
Tudo isso reforça o que venho escrevendo por aqui há algum tempo...tem muita gente eufórica, achando que tá tudo índo bem, que 2010 vai ser uma beleza e ao meu ver não vai ser não. Esse estória de o Brasil se achar uma ilha de prosperidade enquanto o mundo ainda estremeçe é muita arrogancia e merece cuidados extremos.
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Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Luiz Antonio (43) 26/11/2009 16h00
Quem lê a FSP, em especial, sempre acredita que o Brasil está a véspera de quebrar, como na época do FHC (PSDB). Mas o país continua crescendo cada vêz mais e distribuindo riqueza.
Quando ao fundo de Dubai, só deslumbrado gosta daquele pedaço de deserto com uma torre espetada.
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É aí que mora o perigo! Esses ricos do petróleo, fonte que começa a "secar", não só pelo seu esgotamento em sí, mas pela urgente necessidade de mudança da matriz energética, hoje e sempre, a maior vilã contra a natureza. Esses povos, acostumaram-se a nadar nababescamente no óleo negro, que se transformou em ouro, mais pelos seus marajás das mil e uma noites, pensando que certamente isso duraria eternamente, como os seus reinados. Mas, nada é para sempre e quando começar a ruir, "sai de perto", como diz o refrão popular e esteja a mil e uma noites de distância, porque nem Alá, Maomé ou aiatolá, desatolará.
Abençoado é aquí, onde fura-se um poço e encontra-se água. Nem ouro,nem diamante, nem urânio, nem nada, nada vale. Água e oxigênio, ainda temos as maiores riquezas. De quê reclamar!
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