Dinheiro
14/08/2009 - 12h15

Supermercados e veículos sustentam alta do emprego no comércio

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da Folha Online

O aumento nas vendas de setores de peso do comércio ajudaram a sustentar a alta no número de empregos, segundo pesquisa da Fecomercio-SP. Os maiores resultados positivos as vendas dos setores de supermercados, concessionárias de veículos e farmácias e perfumarias impactaram no nível de emprego da região metropolitana de São Paulo em junho.

Segundo análise da Fecomercio, com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, o mês de junho terminou com um crescimento de 4,6% no nível de emprego em comparação a junho de 2008.

No total, o comércio chegou a 835.654 posições ocupadas com emprego formal. Na comparação com o mês de maio, o acréscimo foi de 0,4%, o que representa 3.029 novos empregos.

"Embora esse aumento seja ainda inferior ao registrado em junho do ano passado, quando foram criados 6.817 novos empregos, o comércio varejista continua com sinais de recuperação pelo terceiro mês consecutivo no nível de emprego", afirma Flavio Leite, estatístico da Fecomercio.

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Em junho, o crescimento das vendas, segundo pesquisa da Fecomercio, de supermercados (12,2%) e comércio automotivo (14,4%), setores com maiores pesos no varejo, e de farmácias e perfumarias (10,3%), em relação à igual mês de 2008, impulsionou o nível de emprego desses segmentos: 0,5%, 0,8% e 0,9%, respectivamente. Ou seja, 1.818 novas contratações somente nesses três setores no mês de junho.

outro segmento que registrou aumento nas contratações em junho foi o de lojas de eletrodomésticos e eletroeletrônicos. o total de contratações no mês foi de 162 novos funcionários, acumulando no ano 1.040 novos empregos e um saldo de 75.289 empregados, com carteira assinada. O aumento nas contratações deve-se à elevação nas vendas, beneficiadas pela redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado).

Ainda segundo a Fecomercio, o segmento que continuou a registrar queda no número de empregos em junho de 2009 em relação a maio foi o de lojas de departamentos (-1,9% em maio e -1,0% em junho).

Segundo Leite, os dados do nível de emprego no segundo trimestre indicam que "as empresas varejistas continuam otimistas quanto ao rumo de seus negócios para 2009, principalmente pela retomada do crédito, alongamento dos prazos de financiamentos, prolongamento da desoneração fiscal em segmentos específicos", como veículos, eletrodomésticos e materiais de construção, além das quedas das taxas de juros.

"As empresas varejistas acreditam que a política do governo, de manutenção do emprego e de estímulo ao consumo interno, possa dar resultados, cujas consequências serão o aumento do volume de negócios e do nível de empregos", afirmou.

Comentários dos leitores
Cassio Tavares (679) 29/11/2009 08h02
Cassio Tavares (679) 29/11/2009 08h02
Todos sabem que sal faz subir a pressão e em consequencia coloca as pessoas as vezes em confusão mental. Agora apareceu um tal de Pré-Sal que está causando sérios disturbios mentais em algumas pessoas. Calma gente. Esse aí é benéfico a todos e pode ser consumido à vontade. 1 opinião
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Francisco Silva (330) 28/11/2009 17h50
Francisco Silva (330) 28/11/2009 17h50
Veja que interessante o sistema no DUBAI:
o dubaiano nasce: Ganha 300.000 USD
Dubaiano Faz 18 anos: ganha mais 300.000 USD
Dubaiano casa: Ganha mais 300.000.
Tudo sustentado a petróleo. Só os estrangeiros e residentes não nativos e não casados com nativos pagam algum imposto lá, dubaiano não paga nada, só recebe.
Tinha de quebrar em algum momento não?
Aqui é diferente, o sujeito nasce, o pai paga uma fortuna na maternidade, paga para registrar, paga, paga...Depois paga para estudar, paga para ir ao médico, paga para ser mal atendido, paga, paga, paga, e o mais incrível, o pai paga um monte de impostos equanto isso...
Deveríamos estar totalmente ricos não?
sem opinião
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Francisco Silva (330) 28/11/2009 17h41
Francisco Silva (330) 28/11/2009 17h41
Aos que respeitam um pouco aos economistas em questão de economia (coisa que eu faço), vale consultar o site do Conselho Regional de Economia. Tem de tudo lá, pena que as séries históricas deles só vão até 2005, mas vale a pena.
Lá tem uma tabela de variação da carga tributária que desbanca todo o achismo PeTófilo deste fórum:
Veja abaixo os dados do Conselho Regional de Economia:
ANO Carga Tributária (% do PIB)
1995 28,44
1996 28,63
1997 28,58
1998 29,33
1999 31,07
2000 30,36
2001 31,87
2002 32,35
ou seja ampliação de 3,91 p.p. em 8 anos.
Se os "achistas" estão certos (coisa que duvido) a carga tributária em 2008 seria de 36,08 ou seja uma variação de 3,73 p.p. em 6 anos.
Variação anual com FHC = 0,49 p.p
Variação anual com Lulla = 0,62 p.p.
quem ampliou com mais velocidade a carga tributária?
Se mantido o ritmo quem terá ampliado mais a carga tributária em 8 anos?
sem opinião
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