Caixa vai financiar veículos novos e usados dentro das lojas
TATIANA RESENDE
da Folha Online
A Caixa Econômica Federal vai financiar a compra de automóveis e comerciais leves para uso pessoal em mais de 300 concessionárias e revendas de todas as marcas no Estado de São Paulo, entre os dias 27 e 30 de agosto.
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Durante a semana Auto Caixa, haverá funcionários do banco dentro das lojas fazendo análise de crédito do potencial comprador e informando o limite do empréstimo e do valor das prestações.
A linha de crédito financia veículos novos e usados, com até dez anos de uso. O prazo de pagamento vai até 60 meses, para automóveis com até cinco anos de fabricação, e 48 meses, para os de seis a dez anos.
Durante o evento, as taxas de juros variam a partir de 1,19% ao mês. Nas agências, o índice inicial é de 1,25%. O banco financia até 90% do valor do automóvel.
A expectativa da Caixa é realizar 5.000 negócios, totalizando R$ 50 milhões.
Segundo o banco, a redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), que começa a retomar sua alíquota gradativamente a partir de outubro, contribui para a decisão de compra do consumidor e pode alavancar a carteira de crédito para automóveis do banco, que tem como ponto forte a poupança e os financiamentos imobiliários.
Confira aqui a lista das concessionárias participantes. A página da Caixa pode demorar a abrir se houver muitos acessos ao mesmo tempo.
Veja como ficará o IPI mês a mês
| arte Folha S.Paulo | ||
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"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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