Casa Branca nega envolvimento em processo de venda da Opel
da Folha Online
A Casa Branca negou nesta segunda-feira que o Departamento de Estado tenha se envolvido nas negociações de venda da Opel, a divisão da montadora americana GM (General Motors) na Europa, e que o presidente americano, Barack Obama, tenha planos de conversar com a chanceler alemã, Angela Merkel, sobre a questão.
"A visão do presidente é de que as operações rotineiras da GM sejam deixadas a cargo da empresa", disse o porta-voz da Casa Branca Bill Burton. "Ele nunca quis se envolver no setor automobilístico e está feliz que eles [da GM] possam tomar suas próprias decisões e estejam de novo em pé."
Questionado sobre se o governo americano não tem de fato nenhuma intenção de se envolver na questão, Burton disse não ter conhecimento de planos nesse sentido. Ele negou também ter conhecimento de envolvimento do Departamento de Estado.
O conselho de administração da GM se reuniu na sexta-feira (21) por telefone, mas não se decidiu por nenhum dos dois candidatos à compra da Opel --o grupo canadense Magna International, com o apoio do banco russo Sberbank e apoiado por alemães, e o fundo de investimentos belga RHJ International.
O governo alemão informou hoje que quer organizar nesta semana uma reunião em Berlim com representantes do conselho de administração da GM para tratar do futuro da Opel. O porta-voz do governo, Ulrich Wilhelm, disse, no entanto, que o governo alemão só apoiará com avais públicos a compra da Opel se a vencedora for a Magna. "Um eventual apoio a RHJ não está em nossos planos", informou Wilhelm, em alusão à carta enviada pelo secretário de Estado de Economia, Jochen Homann, à direção da GM.
Urgência
Ontem, Merkel disse, em entrevista à rede de TV alemã ZDF, lamentar o fracasso da GM em escolher um comprador para a Opel e que uma decisão urgente é necessária para o futuro da montadora. Ela afirmou que pode haver um conflito de interesse entre a GM e os países com participação em suas operações europeias, mas que algum progresso está sendo feito.
| PUBLICIDADE |
|
O porta-voz, por outro lado, diminuiu hoje a urgência do assunto e assinalou que a situação de Opel é estável e que a liquidez está garantida graças à injeção de 1,5 bilhão de euros dada pelo governo alemão no fim de maio.
Segundo ele, na Alemanha não há indícios que a GM possa ter outros planos que não sejam a venda de Opel, como insinuam vários meios de comunicação do país. Uma das opções cogitada é que a GM mantenha a Opel e comande ela mesma sua reestruturação.
A Magna está disposta a pagar 350 milhões de euros e títulos conversíveis no valor de 150 milhões de euros, pedindo 4,5 bilhões de euros em avais. Já a RHJ ofereceu entrar com um capital de 275 milhões de euros e pede garantias públicas que variam de 3 bilhões de euros a 3,8 bilhões de euros.
Com agências internacionais
Leia mais notícias sobre GM e Opel
- Executivos da General Motors rejeitam venda de Opel para a Magna
- Ministro alemão espera recomendação da GM sobre Opel nos próximos dias
- Disputa pela Opel deve ter solução até o fim de agosto, diz jornal
Especial
- Leia mais sobre a GM e a Opel
- Leia a cobertura completa sobre a Crise nos EUA
- Navegue no melhor roteiro de cultura e diversão da internet
Livraria




Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
avalie fechar
Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
avalie fechar
avalie fechar