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Dinheiro
25/08/2009 - 09h45

GM pode definir planos para Opel em 24 horas, diz sindicato

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da Reuters, em Frankfurt
da Folha Online

A montadora americana GM (General Motors) pode definir, dentro de 24 horas, se deseja manter sua divisão europeia, a Opel, em vez de vendê-la, disse nesta terça-feira Armin Schild, líder do sindicato IG Metall no Estado de Hesse, onde fica a sede da subsidiária da empresa.

Schild disse que o fato de as opções da GM para a Opel terem vindo à público muito antes de um anúncio oficial podem indicar as dificuldades da montadora para tomar uma decisão a respeito do futuro da unidade. "Vejo isso como um sinal ruim para o futuro da Opel", disse ele em entrevista à rede estatal alemã de TV ZDF.

Fontes disseram à Reuters ontem que a GM estaria considerando um plano para levantar US$ 4 bilhões para manter a Opel em vez de vender a montadora para a canadense Magna International.

Em encontro na sexta-feira (21), os diretores da GM se recusaram a endossar a venda da Opel para a Magna, bem como a aceitar uma proposta rival pela empresa feita pelo grupo de investimentos RHJ International, com sede em Bruxelas. Isso fez a montadora norte-americana retomar as conversas com o governo alemão nesta semana.

As negociações acerca da Opel se estendem há meses e vêm ganhando relevância a cada dia com a proximidade das eleições de setembro na Alemanha, devido ao apoio do governo para garantir a manutenção de milhares de empregos que poderiam ser cortados após a venda da fabricante de veículos.

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Na Alemanha, a Opel emprega mais de 25 mil pessoas em quatro fábricas, produzindo do compacto Corsa às vans Zafira. No Reino Unidos, há duas unidades que produzem automóveis com a marca Vauxhall. A Opel também possui fábricas na Bélgica, Polônia e Espanha.

Casa Branca

Ontem, o porta-voz da Casa Branca Bill Burton negou ter conhecimento de que o Departamento de Estado estaria envolvido nas negociações de venda da Opel e que o presidente americano, Barack Obama, tenha planos de conversar com a chanceler alemã, Angela Merkel, sobre a questão.

No domingo, Merkel disse, em entrevista à ZDF, lamentar o fracasso da GM em escolher um comprador para a Opel e que uma decisão urgente é necessária para o futuro da montadora. Ela afirmou que pode haver um conflito de interesse entre a GM e os países com participação em suas operações europeias, mas que algum progresso está sendo feito.

A Magna está disposta a pagar 350 milhões de euros e títulos conversíveis no valor de 150 milhões de euros, pedindo 4,5 bilhões de euros em avais. Já a RHJ ofereceu entrar com um capital de 275 milhões de euros e pede garantias públicas que variam de 3 bilhões de euros a 3,8 bilhões de euros.

Comentários dos leitores
Aldevino De Zan (29) 16/12/2009 10h41
Aldevino De Zan (29) 16/12/2009 10h41
A china comprará o minério da Vale mais barato, e venderá seus carros, aqui no Brasil, também mais barato.Já tá na hora da China invadir o mercado de automóveis no Brasil, pois vários outros setores estão sofrendo a pressão chinesa, com muitas demissões, pequenas fábricas quebrando.Seria bom um ataque chines a indústria automobilistica, pra acordar o Lula e o PT. sem opinião
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JOSE MOTTA (75) 15/12/2009 19h55
JOSE MOTTA (75) 15/12/2009 19h55
POLITICOS VAIDOSOS E INGENUOS? NÃO, SABEM MUTO BEM O QUE ESTÃO FAZENDO, INCLUSIVE O PRESIDENTE. MANTER O POVO SEM CULTURA E EDUCAÇÃO FAZ PARTE DO ESQUEMA. POVO CULTO E EDUCADO JAMAIS VOTARIAM NAS PESSOAS QUE GOVERNAM ESSE PAIS E E ESQUEMA DESABARIA. sem opinião
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André Nader (7) 14/12/2009 12h51
André Nader (7) 14/12/2009 12h51
Essa medida da china em segurar a especulação imobiliária seria uma boa ideia para ser utilizada aqui em Brasília, onde a TERRACAP, empresa responsável por licitar os imóveis, ajuda os especuladores colocando os valores dos terrenos a preço de ouro o que ajuda a explicar porque o metro quadrado de Brasília está se tornando rapidamente o mais caro do BRASIL.
Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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