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Dinheiro
27/08/2009 - 11h11

Produção industrial de julho cresce 2% em SP, mas fica abaixo de 2008

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TATIANA RESENDE
da Folha Online

O INA, indicador do nível de atividade da indústria paulista, registrou aumento de 2,0% em julho ante o mês anterior, com ajuste sazonal, de acordo com levantamento da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgado hoje. Nos dados sem ajuste, houve acréscimo de 4,0%.

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Já no comparativo com julho do ano passado, o indicador apresentou redução de 9,4%. No acumulado deste ano sobre igual intervalo de 2008, houve queda de 12,8%, a pior desde 2003 (-4,3%), quando teve início a série histórica. Nos últimos 12 meses, o nível de atividade teve variação negativa de 7,9%.

As entidades revisaram o indicador do mês de junho de alta de 2% para 2,7%, na comparação com maio, nos dados com ajuste sazonal. Sem ajuste, passou de acréscimo de 0,4% para 1,4%.

O nível de utilização da capacidade instalada, que mensura o uso de máquinas e equipamentos nas indústrias, ficou em 81,6% em julho, um pouco maior do que o registrado em junho (80,6%) e menor do que o contabilizado no mesmo mês do ano passado (84%).

Na análise por setor, o de coque, refino de petróleo, combustíveis nucleares e produção de álcool registrou o maior índice (98,7%). Já o pior desempenho ficou com material eletrônico e equipamentos de comunicação (65,5%).

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O levantamento da Fiesp e da Ciesp mostrou ainda que o total de salários pagos em julho, já descontada a inflação do período, teve aumento de 2,3% ante junho. No confronto com igual intervalo no ano passado, houve queda de 2,3%.

Já as horas trabalhadas na produção cresceram 1% e tiveram queda de 9,9% nesses confrontos, respectivamente.

As vendas reais da indústria subiram 3,1% no comparativo com junho e 1,9% ante julho de 2008.

Sensor

O indicador que aponta a percepção dos empresários sobre as perspectivas da economia, mensurado pelo Sensor Fiesp, apontou piora na segunda quinzena deste mês. O índice atingiu 53,5 pontos, contra 55,9 pontos verificados na primeira quinzena de agosto.

O sensor varia entre 0 e 100 pontos e números acima de 50 indicam otimismo. Entre os cinco subitens do Sensor, o que apresenta maior valor é o de mercado (64,1 pontos), seguido por vendas (57,1), emprego (54,5), investimentos (49,4) e estoque (42,3).

Comentários dos leitores
Wellington Silva (69) 18/12/2009 11h26
Wellington Silva (69) 18/12/2009 11h26
Record nem empregos formais , estabilidade aconômica, crescimento, caças, Copenhag, Brics, Esse Brasil nem parece aquele governado pelo FHC.
Grande Lula, grande presidente.
sem opinião
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Desoneração fiscal ou corte no excesso de tributação? O governo federal deve levar em conta que, apesar do marketing otimista, não estamos livres da crise mundial (é só ver o pibinho!). O governo não pode destoar de sua sociedade: desemprego, subemprego, informalismo desestruturam a sociedade, que perde instrumentos de promover seu próprio desenvolvimento. Não há país rico com povo pobre. Oitava ou nona economia do mundo e 14 mortos em enchentes em São Paulo numa semana. Isso lá é resultado que se apresente? sem opinião
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Eduardo Giorgini (452) 17/12/2009 18h39
Eduardo Giorgini (452) 17/12/2009 18h39
"Economia brasileira crescerá mais de 5% em 2010, afirma Meirelles"
Que ingenuidade.
Brasil esta no seu limite.
Crescer a base de estatais e cargos públicos é pura ilusão.
Burocracia, altos impostos para sustentar a máquina pública ineficiente, sérios problemas sociais,etc.
Estou sendo pessimista?
[]s
Eduardo.
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