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Dinheiro
28/08/2009 - 15h21

Dona da Brastemp vai fechar fábrica nos EUA e demitir mais de mil pessoas

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da Folha Online

A fabricante de eletrodomésticos norte-americana Whirlpool --dona, entre outras, das marcas Brastemp e Consul-- anunciou nesta sexta-feira que vai fechar uma unidade de produção na cidade de Evansville, no Estado de Indiana (centro-norte dos EUA), o que deve acarretar a demissão de cerca de 1.100 pessoas --ou 1,6% de sua força de trabalho.

A produção da fábrica fechada deve ser transferida para uma das unidades da Whirlpool no México. A empresa ainda vai decidir se também transferirá um centro de desenvolvimento de produtos em Evansville, no qual trabalham mais 300 funcionários.

Em outubro do ano passado, a empresa havia anunciado planos de cortar 5.000 postos de trabalho nos EUA até o fim de 2009. À época, a Whirlpool alegou que a queda na demanda por seus produtos na América do Norte e na Europa, o que exigia medidas para cortar custos.

A representante da empresa, Jill Saletta, no entanto, não detalhou qual a economia esperada com o fechamento da fábrica. A Whirlpool já consolidou suas operações na China, reduziu suas contribuições aos planos de aposentadoria dos funcionários, fechou unidades de produção e reduziu gastos de capital, como medidas para resistir aos efeitos da crise.

Desemprego

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O desemprego é um dos principais motivos de preocupação de analistas e investidores nos EUA. Na quarta-feira (26) o presidente do Federal Reserve de Atlanta (uma das 12 divisões regionais do Fed), Dennis Lockhart, disse que. se forem considerados os trabalhadores desestimulados e os que não trabalham tanto quanto gostariam, a taxa real de desemprego no país chega a 16%.

No início deste mês, o Departamento do Trabalho informou que a economia americana perdeu 247 mil postos de trabalho em julho. Trata-se do menor corte de vagas no país desde agosto do ano passado, quando foram fechados 175 mil postos de trabalho. A taxa de desemprego, por sua vez, ficou em 9,4% --abaixo dos 9,5% em junho e primeiro recuo após 14 meses.

Apesar dos dados de julho mostrarem um cenário ligeiramente mais positivo que os de junho, o presidente americano, Barack Obama, já disse que vê a taxa de desemprego chegar a 10% neste ano.

Comentários dos leitores
alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
O que nós que estamos na estrada, lutando e correndo tanto atrás de objetivos, podemos esperar desses Governos Estaduais e Federais. Temos exemplos de Venezuela, Argentina, EUA, China etc. Todos os dias jornais do Brasil e do mundo dizem a mesma coisa. O Governo Brasileiro precisa diminuir os gastos públicos e a despesa só aumenta. Judiciário ganha quanto quer. Legislativo (vergonha) ganha quanto quer(rouba quanto quer), executivo ganha quanto quer (rouba quanto quer). O Presidente Sr. Lula era contra tudo isso, antes de ser Presidente. Onde está o Lider Brasileiro, que poderá nos tirar de toda essa lama? Quem disse que a Petrobrás é nossa? Que o Pré-Sal é nosso? Mais da metade de tudo isso é dos Americanos(via Bolsa de Valores). O Governo Brasileiro vive destruindo nossos sonhos, sonho de educarmos nossos filhos, termos nossa casa própria, nosso carro de qualidade, nossa vida em família com o conforto que merecemos. Exemplo disso são as pessoas se afongando nas recentes chuvas (pois não tem como morar dignamente) e são obrigados a se espremeram e enconstas de barrancos e áreas pantanosas. A Petrobrás esfola os Brasileiros em nome da liberdade de mercado (transferindo todo o lucro para as famílias prósperas e gordas americanas). O governo Brasileiro só pensa em arrecadar, não pensa no povo. Até onde poderemos suportar toda essa carga? sem opinião
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Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Em relaçao ao alcool, gostaria de comentar sim, primeiro lugar deveria abastecer a demanda do nosso Pais, exportar menos, fazer o brasileiro pagar menos, se houver sobras, ai sim vender, mas nos brasileiro estamos cansado dessa politica de primeiro abastecer na fora, cada vez que abastecemos na fora, sobra menos para o mercado interno, e assim consequentemente pagamos mais, Exelentissimo SR Presidente da Republica, aqui deixo meu apelo, "Vamos olhar para o mercado interno, um otimo exemplo e o caso do alcoool, pô e nossa cana de açucar, e nossa fabricaçao, produçao toda nossa, Por que pagar mais caro.
No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
sem opinião
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Valentin Makovski (406) 18/12/2009 17h07
Valentin Makovski (406) 18/12/2009 17h07
Como entender!!!
Venezuela é um país produtor de petróleo, certo???
Como se explica que p/ encher o tanque de gasolina naquele país, vc gastar Menos de R$ 2,00 Reais
Brasil é produtor de Alcool, certo?? Um dos maiores do mundo, aqui vc não enche o tanque por menos R$ 66,00 Reais.
Argentina é Exportadora de petróleo como a venezuela????
É produtora de Alcool, como o Brasil?????
Alguém me explica como o litro da gasolina argentina que é pura e não contem alcool na mistura, e quasi R$ 1,00 a menos que a do Brasil.
Sai mais barato encher o tanque na Argentina com gasolina pura, do que encher no Brasil com 25% de mistura de alcool.
Sinceramente, isto não tem explicação srs(as).
É UM ABSURDO
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