Chanceler alemã quer resolver caso da Opel antes de eleições
da Efe, em Berlim
da Folha Online
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, quer uma solução para a montadora Opel --divisão europeia da GM (General Motors)-- antes das eleições de 27 de setembro. "Espero que o caso esteja resolvido antes das eleições (...) Estamos trabalhando nisso", disse Merkel nesta terça-feira em entrevista à Rádio Baviera.
O governo alemão defende a venda da Opel a um consórcio liderado pela fabricante Magna e no qual está também o banco russo Sber.
O jornal "Financial Times Deutschland" informou que o conselho administrativo da GM tem quatro opções para decidir o futuro da montadora, que são: a venda da Opel à Magna; a negociação com o investidor financeiro RHJ International; a possibilidade de um saneamento da empresa através da GM com ajuda de um financiamento ponte; e até mesmo a entrada da Opel em moratória.
Na sexta-feira (28), Merkel voltou a pressionar a GM para decidir o futuro da Opel, segundo reportagem no jornal econômico alemão "Handelsblatt". Apesar de reconhecer que a pressão não beneficia os interesses alemães, para Merkel a GM precisa reconhecer que qualquer atraso prejudica a Opel e seus empregados, diz a reportagem.
No último dia 23, ela disse, em entrevista à rede alemã de TV ZDF, que lamentava o fracasso da GM em escolher um comprador para a Opel e disse que uma decisão urgente é necessária para o futuro da montadora.
Os diretores da GM se recusaram a endossar a venda da Opel para a Magna, bem como a aceitar uma proposta rival da RHJ International, no último dia 21. Dias depois, fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters que a GM estaria considerando um plano para levantar US$ 4 bilhões para manter a Opel em vez de vender a montadora para a Magna.
As negociações acerca da Opel se estendem há meses e vêm ganhando relevância devido à proximidade das eleições deste mês na Alemanha. Na Alemanha, a Opel emprega mais de 25 mil pessoas em quatro fábricas, produzindo do compacto Corsa às vans Zafira. No Reino Unidos, há duas unidades que produzem automóveis com a marca Vauxhall. A Opel também possui fábricas na Bélgica, Polônia e Espanha.


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Um credor só está realmente seguro quando seu devedor dispõe de renda anual suficiente para quitar a dívida. Se os EU tivessem superávit primário, isto é, maior arrecadação do que despesa, no valor de um trilhão por ano, passariam 14 anos para pagar a seus credores. Isto, sem falar nos juros! Em vez de superávit, o Império terá este ano um déficit fiscal de mais de um trilhão e meio.
Em respeito à ciência financeira, esses credores nunca mais receberiam seus créditos. Em respeito ao arcenal bélico do devedor, todos os credores estão tranquilos... Seria o chefão do morro devendo a todo morador, mas todos tranquilos e muito confiantes no poder de fogo do valentão!
O perigo é o chefão dizer que não pode pagar agora e que todos esperem mais uns 50 anos. Mesmo com muito dinheiro para receber, quem iria enchocalhar a onça pintada?!
O Lula deveria criar o banco Unasul e nele todos os países latinos depositariam suas reservas em moeda forte.
Os credores dos EU não devem esquecer que esse grande devedor está sustentando várias guerras: no Iraque, no Afeganistão, no Paquistão e mais de 900 bases militares, e de quebra 7 só na Colômbia.
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Obviamente é fácil concluir a podridão de tudo isso.
País sem empresas de tecnologia e educação de qualidade, é país "oco".Sobe e desse rápido.
[]s
Eduardo.
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