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Dinheiro
01/09/2009 - 14h00

Vendas da Ford nos EUA crescem 17% em agosto

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da Folha Online

A montadora americana Ford Motor informou nesta terça-feira que as vendas nos Estados Unidos tiveram um aumento de 17% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2008. Segundo a empresa, foram vendidas 181.826 unidades, contra 155.117 um ano antes. Agosto foi ainda o segundo mês consecutivo de crescimento nas vendas da Ford.

A empresa se beneficiou com o programa do governo, conhecido como "Cash for Clunkers", pelo qual os proprietários podem receber subsídios federais no valor de até US$ 4.500 para trocar seus carros usados por novos, mais eficientes no uso de combustível.

Vendas da Chrysler nos EUA caem 15% em agosto

As vendas das marcas Ford, Lincoln e Mercury cresceram 16,8%, para 176.323 unidades. As vendas na divisão Volvo cresceram 24,8%, para 5.826 unidades.

No mês passado, a Ford vendeu 25.547 unidades do modelo Focus, um aumento de 56% em relação às vendas em agosto do ano passado --o Focus foi um dos modelos mais procurados dentro do programa "Cash for Clunkers".

No mês passado, a empresa elevou seu plano de produção para o terceiro trimestre para 495 mil, cerca de 18% acima do registrado um ano antes. para o quarto trimestre, a meta é de 570 mil unidades, 33% acima do período de outubro a dezembro de 2008.

Chrysler

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O programa "Cash for Clunkers" também beneficiou os resultados da Chrysler, mas na comparação com agosto do ano passado as vendas ainda foram fracas. No mês passado, as vendas da empresa chegaram a 93.222 unidades, um aumento de 5% em relação a julho. Em relação a agosto de 2008, no entanto, houve queda de 15%.

A Chrysler encerrou agosto com 100.238 unidades em estoque, quantidade 74% inferior à de um ano antes, quando havia 380.560 veículos estocados. Segundo a montadora, o movimento nas concessionárias foi intenso no mês passado devido ao programa "Cash for Clunkers".

"O programa do governo deu um impulso ao setor [automotivo] em agosto e, como resultado, elevamos nossa produção em mais de 50 mil unidades, nossas fábricas estão em plena atividade para atender os consumidores e reabastecer os estoques", disse o presidente e executivo-chefe para a marca Chrysler, Peter Fong.

Comentários dos leitores
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
sem opinião
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alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
alberto aparecido (1) 18/12/2009 19h19
O que nós que estamos na estrada, lutando e correndo tanto atrás de objetivos, podemos esperar desses Governos Estaduais e Federais. Temos exemplos de Venezuela, Argentina, EUA, China etc. Todos os dias jornais do Brasil e do mundo dizem a mesma coisa. O Governo Brasileiro precisa diminuir os gastos públicos e a despesa só aumenta. Judiciário ganha quanto quer. Legislativo (vergonha) ganha quanto quer(rouba quanto quer), executivo ganha quanto quer (rouba quanto quer). O Presidente Sr. Lula era contra tudo isso, antes de ser Presidente. Onde está o Lider Brasileiro, que poderá nos tirar de toda essa lama? Quem disse que a Petrobrás é nossa? Que o Pré-Sal é nosso? Mais da metade de tudo isso é dos Americanos(via Bolsa de Valores). O Governo Brasileiro vive destruindo nossos sonhos, sonho de educarmos nossos filhos, termos nossa casa própria, nosso carro de qualidade, nossa vida em família com o conforto que merecemos. Exemplo disso são as pessoas se afongando nas recentes chuvas (pois não tem como morar dignamente) e são obrigados a se espremeram e enconstas de barrancos e áreas pantanosas. A Petrobrás esfola os Brasileiros em nome da liberdade de mercado (transferindo todo o lucro para as famílias prósperas e gordas americanas). O governo Brasileiro só pensa em arrecadar, não pensa no povo. Até onde poderemos suportar toda essa carga? sem opinião
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Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Pedro Assis (1) 18/12/2009 17h24
Em relaçao ao alcool, gostaria de comentar sim, primeiro lugar deveria abastecer a demanda do nosso Pais, exportar menos, fazer o brasileiro pagar menos, se houver sobras, ai sim vender, mas nos brasileiro estamos cansado dessa politica de primeiro abastecer na fora, cada vez que abastecemos na fora, sobra menos para o mercado interno, e assim consequentemente pagamos mais, Exelentissimo SR Presidente da Republica, aqui deixo meu apelo, "Vamos olhar para o mercado interno, um otimo exemplo e o caso do alcoool, pô e nossa cana de açucar, e nossa fabricaçao, produçao toda nossa, Por que pagar mais caro.
No meu entendimento o Petrolio e principalmente o alcool com uma demanda maior e mais consumida com relaçao as pesquisa e a alma da economia, pois dependemos dele para tudo, transporte, saude, segurança, trabalho, lazer, alimentos, preços, principalmente a infraçao,etc. dependemos dele pra tudo. No entanto deve ser melhor monitorado e ate mesmo tabelado, para que nao haja abuso como esta tendo, hoje cada cidade cobra o que quer, precisamos de um controle mais energico pela parte do governo, e que este governo olhe mais para nosso mercado.
um abraço a todos leitores da folha.
Pedro Rocha
sem opinião
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