Vendas da Chrysler nos EUA caem 15% em agosto
da Folha Online
A montadora americana Chrysler informou nesta terça-feira que suas vendas nos Estados Unidos caíram 15% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2008. As vendas totais no país no mês passado ficaram em 93.222 unidades.
Na comparação com julho, no entanto, houve um aumento de 5%. A empresa encerrou agosto com 100.238 unidades em estoque, quantidade 74% inferior à de um ano antes, quando havia 380.560 veículos estocados.
Vendas da Ford nos EUA crescem 17% em agosto
Segundo a Chrysler, o movimento nas concessionárias foi intenso no mês passado devido ao programa conhecido como "Cash for Clunkers", do governo. Pelo programa, os proprietários podem receber subsídios federais no valor de até US$ 4.500 para trocar seus carros usados por novos, mais eficientes no uso de combustível.
"O Grupo Chrysler teve outro mês de fortes vendas em agosto, com ganhos na maioria de suas marcas", disse o presidente e executivo-chefe para a marca Chrysler, Peter Fong. "O programa do governo deu um impulso ao setor [automotivo] em agosto e, como resultado, elevamos nossa produção em mais de 50 mil unidades, nossas fábricas estão em plena atividade para atender os consumidores e reabastecer os estoques."
Fiat
Em julho, a Comissão Europeia, o órgão executivo da UE (União Europeia), deu sinal verde à montadora italiana Fiat para assumir o controle da Chrysler, ao considerar que a operação não prejudicará a concorrência no mercado. Com a decisão, ficou aberto o caminho ao acordo formalizado em junho entre as duas empresas, que permitirá salvar a Chrysler da quebra e dará espaço para a marca italiana entrar no mercado americano.
Segundo os termos do acordo, a Fiat ficará inicialmente com 20% de participação na Chrysler --parcela que pode chegar a 35% se certas metas forem atingidas pela empresa. A Fiat poderá ainda assumir outros 16% até 2016 se os empréstimos feitos pelo governo à Chrysler forem todos pagos, chegando assim a uma participação de 51% --a parcela da Fiat na Chrysler não poderá exceder 49% até que todo o débito da montadora americana com o governo seja quitado.
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Isso se deve a distribuição de "PANETONES" a filiados politicos que "LAVAM" esse dinheiro comprando propriedades em nomes de terceiros ou justificando que um imóvel comprado a um ano por R$1.000,00 possa ser vendido no ano seguinte por R$3.000,00.
VERDADEIRA VERGONHA NACIONAL.
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Isso significa que são facilmente compráveis por multinacionais e países ricos.
Brasil e a America Latina não é para crescer mas ser como sempre estivemos: Frágeis países em desenvolvimento que vive de espectativas, sem produção de valor agregado.
Somos meros mercados de empresas Norte-Americanas, Européias e Asiáticas.
Quem estudar nas melhores universidades do país verá que a mentalidade é formar mão de obra para os grandes, e não formar empreendedores.
Uma pena, pois o sofrido povo paga por isso, sem retorno.
E o nosso presidente tem um lado bom: Criar esperança e espectativa para os humildes, porém, sem resultados concretos.
Se o povo esta feliz, isso que importa.
[]s
Eduardo.
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