GM decide vender Opel para a Magna, anuncia governo alemão
da France Presse
da Efe
da Folha Online
Atualizado às 11h22.
A fabricante de automóveis norte-americana General Motors decidiu vender sua filial europeia Opel à companhia canadense Magna, anunciou a chanceler alemã, Angela Merkel, nesta quinta-feira em Berlim (Alemanha).
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"O Conselho de Administração da GM decidiu vender a Opel à Magna", declarou Merkel. Ela comemorou o acordo e afirmou que "não será fácil", mas a decisão da General Motors possibilitará um novo começo para o fabricante europeu de automóveis Opel.
Em comunicado divulgado hoje, o conselho de administração da GM afirma que decidiu vender 55% da Opel à Magna e seu sócio russo Sberbank e manter 35% das ações.
A montadora destaca que, no entanto, ainda será necessário resolver, "nas próximas semanas", alguns pontos importantes, como um acordo definitivo sobre as ajudas financeiras do governo alemão.
Os 10% restantes da nova companhia, batizada de "Nova Opel", irão para os 49 mil trabalhadores da companhia.
Próximos passos
A chanceler alemã ressaltou que, agora, a Alemanha entrará em contato com os outros países europeus com unidades da General Motors para falar sobre 'a divisão de encargos' e o futuro das fábricas.
A Alemanha, afirmou, como o país que mais possui fábricas da Opel, assumirá sua responsabilidade com relação aos outros países, com atitude "justa e honesta".
Merkel ressaltou que a decisão da GM se ajusta às 'propostas financeiras desejadas pelo governo e pelos länder (estados federados) alemães'.
'Fico feliz com esta decisão, que também é a que queriam as trabalhadoras e os trabalhadores da Opel', disse a chanceler, que ressaltou que 'ficou provado que a paciência e a perseverança do governo alemão valeram a pena'.
Com isso, ela reagiu às críticas desde dentro e fora do país que reprovaram a Alemanha por ter se inclinado prematuramente pela opção de Magna.
No entanto, Merkel reconheceu que ainda serão necessárias negociações entre a entidade fiduciária que administra a Opel e a Magna. Mas a chanceler assegurou que a resolução dos detalhes da operação será 'controlável'.
A entidade fiduciária e a General Motors devem realizar nesta tarde uma entrevista coletiva, em Berlim, para explicar os detalhes da decisão.
A Magna, que apresentou uma oferta em cooperação com o fabricante russo Gaz e o banco Sberbank, é o único candidato que o governo e os länder alemães estavam dispostos a apoiar com ajudas públicas.
Após a assinatura de uma declaração de intenções entre a GM e a Magna no final de maio, o Estado alemão concedeu à Opel um crédito para garantir sua sobrevivência até a firma de um contrato definitivo.
Segundo informações do ministro da Economia alemão, Karl-Theodor zu Guttenberg, este crédito de 1,5 bilhão de euros deveria chegar até janeiro.
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E sim, também é verdade, os carros no Brasil são caríssimos, se comparados com os vendidos no exterior. Preste atenção: Um carro que entra no mercado como importado, não tem muito redução de valor se passa a ser montado aqui, mesmo que o imposto de importação é muito maior.
Essas montadoras só querem ganhar dinheiro em cima do povo brasileiro! E muitos acham que tem um carro nacional. Nacional? Que nacional, que nada. O carro seria nacional se fosse desenvolvido e produzido por uma empresa nacional, e não uma subsidiária de uma montadora estrangeira, que tem que remeter lucros para fora.
O Brasil é o único país dos tais BRIC que não tem uma marca própria de automóveis de expressão. Por quê? Nós temos condições e tecnologia para fazer isso... Só falta apoio. E da própria população! Se a saudosa Gurgel tivesse isso, talvez fosse uma multinacional brasileira hoje...
E por quê um grande grupo brasileiro não pode comprar (ou incorporar) nenhuma dessas marcas estrangeiras falidas e trazê-la pra cá? Os indianos compraram a Rolls Royce...
Pensem nisso!
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Aqueles Jogos não conseguiram salvar a Grécia de uma provavel bancarrota que parece se avizinhar.
Mas aqui os Jogos foram e estão sendo considerados como uma panacéia para nosso desenvolvimento, sic.....
A Copa do Mundo de 2014 é outro fator, e que na Africa do Sul não levou este Pais ao pódio de desenvolvimento, mas aqui certamente o fará (sic).
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O tempo nos dirá! Eu acredito tanto quanto no Papai Noel!
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