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Dinheiro
10/09/2009 - 11h36

Saiba mais sobre a história da GM e da Opel

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da Folha Online

A fabricante de automóveis norte-americana General Motors decidiu vender sua filial alemã Opel à companhia canadense Magna, anunciou a chanceler alemã, Angela Merkel, nesta quinta-feira em Berlim (Alemanha).

Veja a seguir alguns dos fatos principais na história da GM e da Opel.

Janeiro de 1863: Adam Opel abre uma empresa para construir máquinas de costura

1886: Opel começa a fábricas bicicletas.

1899: Opel começa a fabricar automóveis.

16 de setembro de 1908: William C. Durant funda a General Motors Company, como uma fusão de montadoras, dentre elas a Buick. Meses depois, incorporaria a Oldsmobile e a Cadillac.

1915-1916: GM é transformada como General Motors Corporation.

1925: GM compra a britânica Vauxhall Motors. A empresa também estabelece operações na Alemanha, França, Argentina e Brasil.

1929: GM compra a Adam Opel AG.

Novembro de 2008: Opel busca garantias de empréstimos junto ao governo alemão.

Dezembro de 2008: GM diz ao Congresso americano que precisa de US$ 18 bilhões para se manter funcionando.

17 de Fevereiro de 2009: A sueca Saab, divisão da GM, pediu concordata e disse que pretende se tornar uma unidade independente da montadora americana.

4 de março: O executivo-chefe da GM Europe, Carl-Peter Forster, abre a possibilidade de cortar 3.500 empregos na Opel e lançar a empresa como uma montadora independente.

Abril: O grupo canadense Magna International faz uma oferta pela Opel.

20 de maio: GM informa que três empresas têm interesse na Opel: a italiana Fiat, o grupo canadense Magna International --com o apoio do banco russo Sberbank-- e o grupo financeiro belga RHJ International.

27 de maio: Alemanha confirma que a Baic (Beijing Automotive Industry Holding), da China, faz uma oferta pela Opel.

30 de maio: O governo alemão diz que foi aprovado um plano para que a Magna e o Sberbank resgatem a Opel. A RHJ melhora a oferta e a Fiat deixa a disputa.

1º de junho: GM pede proteção judicial oferecida pelo capítulo 11 da Lei de Falências americana --o equivalente à concordata, ou à recuperação judicial no Brasil.

10 de julho: GM anuncia saída da proteção judicial oferecida pelo capítulo 11.

20 de julho: GM diz que recebeu ofertas da Magna, RHJ e Baic.

5 de agosto: Novo conselho da GM se reúne pela primeira vez.

19 de agosto:Alemanha oferece 4,5 bilhões de euros (US$ x bilhões) em crédito para financiar a operação da GM com a Magna e o Sberbank.

2 de setembro: A RHJ International modifica oferta pela Opel e concorda em oferecer mais dinheiro.

8 e 9 de setembro: Conselho da GM se encontra para discutir as ofertas pela Opel, considerando também a possibilidade de a empresa pedir concordata.

10 de setembro: A chanceler alemã, Angela Merkel, confirma a venda da Opel à Magna International.

Com a agência de notícias Associated Press

Comentários dos leitores
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
celso assis (77) 03/12/2009 10h03
Falando ironicamente :
Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
Olmir Antonio de Oliveira (75) 03/12/2009 09h47
A repeito da recuperação de mercados..... A dizer da econômia brasileira, no termo equilibrio, travessia, em termos econômicos um bom comparativo, uma ponte, com bons fundamentos (extrutura), tensionada, fortemente exigida, mas com capacidade para resistir, suportar "o uso" e "abusos". Com isto certamente possibilita um avanço significativo em termos econômicos, em ganhos em diversos niveis, um crecimento, uma melhoria de padrão geral, a formação de um novo conceito de solidez, de desenvolvimento como um todo. Imperativo o controle de gastos "em época eleitoral", os famosos desperdicios, as demagogias, erros, politicagem,propaganda enganosa. época que se faz nescessário ampliação de critérios, e cobranças com os gastos, em obras sem útilidade efetiva, e ou duradoura. Do história inicio de ano, época de férias.....atividades reduzidas, coisas se bem pensadas e organizadas podem dar bons resultados aos trabalhadores, empresas, consumidor, já no trimestre seguinte, cautela, controles, agilidade operacional, e de sistemas produtivos, ...... sem opinião
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Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Italo Martins (3) 03/12/2009 09h00
Cássio,
A inflação de que você fala não é e não será factível, pois mesmo que se esteja aumentando a base monetária, depois da crise está ocorrendo uma desalavancagem dos agentes. Por outros lado, se a China seguir o que os países desenvolvidos estão desesperados para que ela faça (valorizar o Yuan), ai sim creio que teremos um processo inflacionário.
sem opinião
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