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Dinheiro
16/09/2009 - 12h03

São Paulo lidera criação de empregos com quase 78 mil vagas

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LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

São Paulo foi o Estado que mais criou empregos no mês de agosto. De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho, o saldo entre as contratações e demissões foi positivo em 77.983 postos, aumento de 0,73% em relação a julho.

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De acordo com o Caged, foram criados 242.126 empregos com carteira assinada no mês de agosto. É o melhor resultado do ano e o sétimo mês em que há crescimento de vagas. O saldo é melhor do que o registrado em agosto do ano passado, antes da crise econômica, quando foram criados 239.123 vagas.

Regiões

A região Sudeste foi a que mais abriu vagas, com 106.085 novos postos. No Rio de Janeiro, foram criados 15.841 postos e, em Minas Gerais, 8.613.

No Nordeste, foram criadas 65.751 vagas, sendo que Pernambuco liderou a criação de empregos no Estado, com 18.990 postos.

No Sul, foram criados 37.408 empregos, sendo resultado recorde no Rio Grande do Sul, com 10.983 vagas. No Norte, foram 18.673 vagas e no Centro-Oeste, 14.209.

Comentários dos leitores
Eduardo Giorgini (434) 02/12/2009 21h29
Eduardo Giorgini (434) 02/12/2009 21h29
País sem empresas de tecnologia e povo mal educado, é país podre.
Brasil é sustentado pelas expectativas e especulações.
Falar mal de FHC, ou ficarem brigando nada adiantará.
Governo Lula se basea em números e é sustentado por forte marketing.
Bom para nós, por teremos um "caixa" de dienheiro extrangeiro, porém, o povo continua pobre e sem educação.
Agora Lula defende usar a Amazinia como refem para ganhar dolares.
Quanta ingenuidade.
[]s
Eduardo.
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 19h39
A respeito da reportagem do Nobel de econômia. è de se pensar que seria de bom tom para proxima reunião do copom, se considerar a menor atividade de inicio de ano e se partisse para uma redução significativa da taxa referencial, de 1 a 3 pontos, certamente ajudaria duplamente o sistema como um todo, menos fluxo de externos para aproveitar as taxa exorbitante brasileira, e significatica econômia em gastos com juros, a cada ponto percentual seria algo de dezenas de bilhões, e um auxilio indireto as empresas, que pagam no mercado nacional juros astronômicos, que dificultam em diversos niveis. O setor bancario teriam mais razões para aumentar o volume de operações para com o setor privado....... 1 opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Olmir Antonio de Oliveira (72) 02/12/2009 18h53
Reportagem, nivel muito bom de informações e retrospectos, a respeito de um Nobel. Os ajustes que estão sendo feitos, mas principalmente a atenção dedicada as questões se câmbio sempre foram bastante grandes. Exemplifico a taxação a entada de capitais, atingiu de maneira bastante forte aos do tipo meramente especulativos e de curtissimo prazo, ao meu entender poderia ter sido um percentual de um quarto ao que foi feito, segundo o tempo de permanencia, de modo que no sexto mês seria de taxação zero. Mas sendo o proprio ministro existiam formulas, mas dificeis de aplicar e de se controlar. O feito, a taxação, impediu seguramente que o câmbio a esta altura do ano estivesse a algo parecido comum e cinquenta. Permaneceu um fluxo de entrada de recursos menor mas saúdavel para o sistema, algo que força em demasia o poder de compra de divisas. deu significativo folego, luz, visão, a as operações, sinalizou a capacidade de negociação das autoridades do setor. È importante se considerar o cenário em diversos paises em especial aos seguidos recordes do mercado de ouro, de modo geral refletem a atual menor força do dólar em diversos mercados, com participantes mais fortes e combativos. E em especial ajudando as empresas a colocarem os seus produtos no mercado nacional, pois em diversos países, e para determidados casos sequer são compradores, poderiam depreciar mais ainda tais preços, ao exportador seriam algo dificil de tirar algum proveito, dada a concorencia lá. 1 opinião
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