Confiança empresarial na Alemanha atinge maior nível em um ano
da Reuters, em Berlim
A confiança dos empresários na economia da Alemanha cresceu em setembro e chegou ao maior patamar em um ano. O instituto de pesquisa Ifo informou nesta quinta-feira que seu índice, feito com cerca de sete mil empresas, subiu para 91,3 pontos neste mês, ante 90,5 em agosto.
O resultado, no entanto, ficou abaixo do esperado. Economistas consultados pela Reuters previam um índice de 92 pontos.
O ritmo da economia da Alemanha, no entanto, é incerto, segundo relatório do Ministério das Finanças do país divulgado na segunda-feira (21). Para o ministério, a economia alemã deve continuar em ritmo de recuperação no terceiro trimestre, mas ainda não está claro se a retomada tem uma base sólida.
No documento, o ministério disse esperar que o PIB (Produto Interno Bruto) mostre novo crescimento no terceiro trimestre, após sair da recessão no período de abril a junho, com crescimento de 0,3%. As exportações de bens estão em expansão, e o consumo privado deve continuar a se beneficiar de um robusto mercado de trabalho e de preços ao consumidor moderados.
No último dia 8, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou que o PIB do país deve registrar contração de entre 5,5% e 6% em 2009. "Estamos na pior crise econômica que a República Federal da Alemanha sofreu em seus 60 anos de história. Neste ano teremos um crescimento negativo de entre 5,5% e 6%", destacou no Parlamento.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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