Construção de imóveis cai 46% no segundo trimestre na Espanha
da Efe, em Madri
da Folha Online
O número de imóveis em construção na Espanha no segundo trimestre deste ano foi de 49.306, 46,6% menos que no mesmo período do ano passado, informou nesta sexta-feira o Ministério de Habitação.
Esses mesmos dados apontam que, comparado ao primeiro trimestre do ano, houve uma alta de 4,7%.
O setor da construção, até pouco mais de um ano o motor da economia espanhola, é um dos mais afetados pela crise.
O primeiro-ministro da Espanha, José Luis Rodriguez Zapatero, disse no fim de agosto que a pior fase da crise na economia da Espanha já passou, embora ainda haja meses difíceis pela frente.
"A pior fase da crise já passou, mas ainda temos de fazer um grande esforço coletivo para garantir que a recuperação comece o mais cedo possível", afirmou. O primeiro-ministro destacou que há sinais de que "o problema da destruição de empregos ficou para trás, mas ainda temos meses difíceis à frente antes que vejamos a recuperação".
No segundo trimestre, o PIB (Produto Interno Bruto) da Espanha caiu 1,1% sobre o primeiro, quando a retração foi de 1,6%. O dado compara-se com a previsão do banco central do país de declínio de 0,9% e com a divulgação preliminar de queda de 1%. Em relação ao segundo trimestre de 2008, o PIB caiu 4,2%, a maior queda da série histórica iniciada em 1970.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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