Pedidos de bens duráveis surpreendem e caem em agosto nos EUA
da Folha Online
Os pedidos de bens duráveis (com durabilidade mínima prevista de três anos) nos Estados Unidos tiveram queda de 2,4% em agosto, devido à queda nas encomendas de aviões comerciais, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Comércio.
O resultado frustrou as previsões dos economistas, que previam um aumento de 0,5%, segundo levantamento feito pela Thomson Reuters. Em julho, as encomendas haviam apontado alta de 4,8%.
O dado marca a segunda queda nas encomendas nos últimos três meses e sinaliza que a recuperação no setor manufatureiro deverá ser lenta e gradual, de acordo com analistas.
Os pedidos de aviões comerciais caíram 42,2%, depois de quase dobrarem em julho. Excluindo aviões, o nível de pedidos no mês passado ficou estável --também abaixo da expectativa dos analistas, que esperavam uma alta de 0,5%.
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Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
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O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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