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Dinheiro
28/09/2009 - 09h21

G20 está consagrado como substituto do G8 para discutir crise, diz Lula

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da Agência Brasil
da Folha Online

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva considerou a reunião do G20 (grupo que reúne representantes de países ricos e dos principais emergentes), na semana passada, uma "consagração" de que este deve ser o fórum para discutir a crise econômica mundial, em substituição ao G8 (grupo dos sete países mais ricos e a Rússia), no programa de rádio "Café com o Presidente" transmitido nessa segunda-feira.

O presidente ressaltou a importância do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ser favorável a que o G20, e não apenas os oito países mais ricos do mundo, decidam juntos o que fazer sobre a crise financeira internacional.

"Aquilo que a gente dizia no primeiro encontro, em Washington, no ano passado, foi consagrado agora, com a posição do presidente Obama, de que o G20 deve ser o fórum para discutir a questão econômica mundial. É o G20 na prática substituindo o G8. Essa foi a primeira grande conquista", disse Lula.

Para o presidente, a segunda conquista do encontro foi o aumento do número de países emergentes no FMI (Fundo Monetário Internacional). O Brasil e os outros países do Bric (Rússia, Índia e China) queriam uma transferência de 7% nas cotas do FMI (Fundo Monetário Internacional) dos países ricos para os emergentes.

O diretor-geral do Fundo, Dominique Strauss-Kahn, anunciou na sexta-feira (25) que os participantes do G20 chegaram a um acordo sobre a transferência de "pelo menos 5%" das cotas. "Qualquer negociador sabe que quem reivindica sete e conquista cinco [consegue] uma vitória extraordinária."

O presidente também falou sobre o aumento da participação dos emergentes no Banco Mundial. A proposta deles, incluindo o Brasil, era de que a participação fosse de 6%. "Na véspera do encontro, o Obama disse que não era possível negociar o Banco Mundial, que não tinha tido acordo. E o que aconteceu no dia seguinte é que de manhã nós conseguimos fazer com que aumentasse a participação dos emergentes em 3% nas cotas do Banco Mundial."

Para Lula, esses três pontos mostram que "não há dono da verdade" no mundo, e que agora, mais países sentam juntos para negociar e discutir os problemas comuns.

Comentários dos leitores
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
Olmir Antonio de Oliveira (93) 21/12/2009 09h58
A respeito de fusão e ou incorporação. São amplas as possibilidades de fusões associações, aquisições, incorporações. Ao mercado brasileiro, a as empresas brasileiras. È de se crer na ampliação dos horizontes empresariais, no Brasil e no mercado internacional, è parte da democracia e globalização...... È importante se pensar nas ampliação das possibilidades de se adotar novas tecnologias, novas formulações, novas visões, novos tratos para uso de produtos usuais do mercado e ou de novas gerações de itens. Exemplifico para o caso do cimento evolução na utilização de agregado, compostos basicos, quimicamente tem faltado dar mais atenção a pontos basicos adequar temperaturas e pequenos arranjos nas confeções. No setor de aço conjuagar produtos atuais do mercado e até novas composições, e ou formatos elaborativos, a exemplo da utilização de pricipios simples, agregando multiplas placas extruturadas. para novos sistemas contrutivos, e ou melhorias aos atuais. è de se prever a construção de predios, avioões, onibus, caminhões, trem,navios, pontes e ou viadutos, "principalmente para se evitar tragédias similar a ocorrida no rodo anel de SP".... nova visão para arquitetura, designer noderno, eficiente, ágil, econômicamente viaveis, e ou industrialmente. e ou a nivel de execução. O fundamental é estar ocorrendo mudança na maneira de se pensar, e avontade de tentar novos processos, bom sinal para o Brasil suas empresas e trabalhadores. sem opinião
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Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Henrique Silva (220) 21/12/2009 09h48
Ogrande endividamento público dos países ricos durante a crise é um risco ao crescimento econômico sustentável. Assim como no Brasil, que se endividou muito nos anos 90, perdeu sua capacidade de crescimento e se enfiou em sucessivas crises.
Mas agora vivemos uma situação diferente, mas não menos perigosa, pois o Brasil está melhor em suas contas públicas que os países ricos, mas o problema é: como eles vão comprar nossos produtos se não tiverem dinheiro?
sem opinião
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augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
augusto palme (3) 20/12/2009 11h27
Ano 2010 está chegando, com uma euforia nunca vista aqui no Brasil. Tudo indica um ano fabulosos em todos os aspectos e para todos. Há duas noticias no Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde de hoje que recomendam cautela. Vejam:
O ESTADO DE S.PAULO- 20.12.09
Em 2008 e 2009, parte da crise ocorreu diante da incapacidade de muitos em pagar suas dívidas. Casas foram devolvidas e empresas foram fechadas em meio à falta de crédito. Para 2010, a eventualidade de uma falência nas contas públicas teria um impacto bem maior. Não por acaso, a agência Moody"s publicou um relatório no início da semana (14 A 20.12.09) com um título que chamou a atenção do mercado: "Apertem os Cintos - Tempos Tumultuados pela Frente".
JORNAL DA TARDE - 20.12.09
O problema é que quando as contas mais altas chegarem em janeiro, boa parte dos paulistanos estará mais endividada do que estava no início de 2009. Uma pesquisa da Federação do Comércio prevê que as vendas deste Natal sejam entre 10% e 12% maiores que as do Natal de 2008, com o agravante de que as compras a prazo também devem crescer na mesma proporção.
A combinação de aumento do consumo no Natal com um reajuste acima da inflação nas despesas de início de ano pode deixar o consumidor numa situação delicada.
O que devo fazer: acreditar e tomar cautela, ou confiar na midia especialmente televisiva ficando eufórico e tambem sair gastando? Alguem me ajude por favor.
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