06/02/2003
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13h51
da Folha Online, em Brasília
O BNDES não fará aporte de recursos para "salvar" companhias aéreas enquanto a situação do setor não for "sustentável". A informação é do ministro José Viegas Filho (Defesa).
Durante solenidade de assinatura de protocolo de compromissos entre as duas empresas para operação conjunta, ele disse que um eventual aporte de recursos poderá ocorrer quando o setor alcançar seu funcionamento estável e sustentável. Esses investimentos virão, segundo o ministro, não só de investidores privados como do BNDES "nas condições técnicas que o banco determinar".
Ao endossar as palavras de Viegas, o ministro Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento) disse que "o governo não atuará como hospital de empresas, mas apoiará uma solução de mercado". Furlan destacou a importância do acordo firmado hoje entre as duas empresas para modificar a estrutura do transporte aéreo brasileiro.
O processo de fusão ou criação da nova empresa precisa passar pela aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), mas somente quando o modelo da operação estiver estabelecido.
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PATRÍCIA ZIMMERMANNda Folha Online, em Brasília
O BNDES não fará aporte de recursos para "salvar" companhias aéreas enquanto a situação do setor não for "sustentável". A informação é do ministro José Viegas Filho (Defesa).
Durante solenidade de assinatura de protocolo de compromissos entre as duas empresas para operação conjunta, ele disse que um eventual aporte de recursos poderá ocorrer quando o setor alcançar seu funcionamento estável e sustentável. Esses investimentos virão, segundo o ministro, não só de investidores privados como do BNDES "nas condições técnicas que o banco determinar".
Ao endossar as palavras de Viegas, o ministro Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento) disse que "o governo não atuará como hospital de empresas, mas apoiará uma solução de mercado". Furlan destacou a importância do acordo firmado hoje entre as duas empresas para modificar a estrutura do transporte aéreo brasileiro.
O processo de fusão ou criação da nova empresa precisa passar pela aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), mas somente quando o modelo da operação estiver estabelecido.
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