Dinheiro
29/09/2009 - 19h37

Mercedes contrata 800 temporários e efetiva 510 no ABC

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da Folha Online

A Mercedes-Benz anunciou nesta terça-feira a contratação de 800 funcionários por tempo determinado de um ano na fábrica de São Bernardo (ABC). As vagas são das áreas de produção de caminhões e ônibus. A empresa também informou que vai efetivar 350 temporários e 160 aprendizes.

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"As novas contratações visam atender a recuperação no mercado interno de veículos comerciais, motivada pelo reaquecimento da economia brasileira, inclusive pelo recente anúncio de crescimento do PIB no segundo trimestre deste ano", informou a empresa.

Segundo a Mercedes, o mercado brasileiro indica uma recuperação nas vendas de caminhões e ônibus, puxadas por setores como agronegócios, construção civil e mineração, além da renovação de frotas de ônibus.

Segundo Gero Herrmann, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, "as novas contratações reforçam a confiança da empresa na recuperação econômica do país, após um período de crise mundial".

No último mês de agosto, a Mercedes comercializou no mercado interno, segmento acima de 3,5 toneladas de peso bruto total, um volume de 3.109 caminhões, com 32% de participação de mercado. No setor de ônibus, a empresa teve uma participação de 50%, com 1.216 unidades comercializadas no mês.

A Mercedes informou que a unidade de São Bernardo é a maior fábrica de caminhões fora da Alemanha. Desde 1956, quando iniciou as atividades no ABC, a empresa já produziu mais de 1,2 milhão de caminhões e cerca de 540 mil ônibus.

Comentários dos leitores
Marcio Marques Alves (36) 26/11/2009 22h06
Marcio Marques Alves (36) 26/11/2009 22h06
Mesmo com aquecimento global, Conferência do clima em Copenhague e tudo, o setor petrolífero e automotivo voltam à todo vapor com pesados investimentos. Como se não bastasse o egocentrismo da emergente classe média em não abrir mão de um "direito" à propriedade de um veículo, não se importando com as consequências no trânsito. Mesmo com pesados investimentos em transporte público, o argumento é que ele ainda continua precário.
"Dane-se" o meio ambiente, "eu quero é ter meu carro". Ninguém admite, mas esse parece ser o argumento dissimulado de quem não tem tempo para a questão ambiental. Há e os empregos e os e salários dos operários dessas fábricas? Pois é! "Problema dos sindicatos"! É assim que esperamos ser a próxima potência mundial, sendo cada vez mais egoístas, individualistas e sem consiência ambiental. Que o diga o governador do Rio de Janeiro, não quer nem pensar em dividir os royalties de petróleo com o resto do país. É por isso que os traficantes reinam e dominam tudo por lá, já que o dinheiro desses royalties ,nunca chegam nas populações pobres, vítimas do tráfico e das milícias.
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Leandro Morales (3) 26/11/2009 20h21
Leandro Morales (3) 26/11/2009 20h21
Vamos ver se desta vez eles efetivam os terceiros residentes, uma vergonha ter mais de 4 mil terceiros da planta Anchieta para obter o mesmo produto final e pagando salários abaixo da média para eles... sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (58) 19/11/2009 22h10
Olmir Antonio de Oliveira (58) 19/11/2009 22h10
A respeito do setor de autopeças. Creio que dada as isenções de ipi aos automoveis, faltou dar uma salvaguarda para incrementar, prestigiar o produtor de autopeças aqui radicados, inclusive poderia auxiliar a players internacionais para produzirem aqui, inclusive para exportações em futuro ser atual crise vividas em diversos paises. (por conceito sou favoravel ao livre mercado e livre iniciativa, a desoneração de impostos e ou entraves burocraticos, mas eventualmente o mercado e o país deve dar certa salvaguarda, mas sempre por periodo menor possivel).
Pontualmente existe setores que sentem dificulades.....Exemplifico o pleito do setor moveleiro que reivindica redução de ipi por 6 meses, acredito na legitimidade da reivindicação. Mas para este caso deveria focar o incentivo ao uso mais intensivo de componentes advindos de reflorestamentos.
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